Dicas para esquentar vida sexual

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Ao dizer o "sim" no altar, o casal consuma uma vida em conjunto. O "felizes para sempre", porém, pode encontrar seus percalços com o passar do tempo. Especialistas reforçam a necessidade de cada um manter seu espaço, mas também deixam claro que é imprescindível buscar objetivos a dois. E o diálogo franco é a saída para realizar os pequenos ajustes na relação, inclusive, no âmbito sexual. "Quando o sexo não vai bem, a primeira coisa a fazer é ter uma conversa para falar das insatisfações e propor um acordo para melhorar", afirma a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello.


O descompasso entre quatro paredes é apontado como a principal causa do término de relacionamentos. Os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2006, dão conta de que houve um aumento de 7,7% nos divórcios em relação ao ano anterior. E esse acréscimo denota uma mudança no comportamento feminino nas últimas décadas. Um estudo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) mostrou que os divórcios subiram mais de cinco vezes desde 1980. A causa apontada é a influência das novelas da Rede Globo, já que as transmissões da emissora foram expandidas para 98% dos municípios do País na década de 1990.

Com tantos relacionamentos fracassados, a rotina sexual acaba se transformando num fantasma que ronda a cabeça das mulheres. Reinventar a intimidade é o primeiro passo de uma relação saudável e duradoura. "Sexo tem que ser uma brincadeira gostosa", afirma a personal sex trainer Fátima Moura. "Se o casal estiver sempre recriando o básico, a rotina acaba virando novidade", diz Fátima.

Mas o ritmo de vida agitado exige, muitas vezes, horas extras no trabalho, além dos cuidados com os filhos e com a casa. As mulheres acabam, então, deixando de lado os momentos para curtir a sós com o parceiro. Esse é um comportamento que deve ser banido da vida a dois. "É preciso reservar tempo para o casal", fala a psicóloga e terapeuta de casal Marina Vasconcellos. "Eles não devem deixar de existir como marido, esposa e amante para priorizar os filhos", afirma a especialista.

Portanto, ao menos uma vez por semana, vale deixar os filhos com uma pessoa de confiança para namorar. "Transar em diferentes lugares da casa esquenta a relação", diz Carla Cecarello.

A personal sex trainer, por sua vez, aconselha provocar os sentidos do parceiro. "A mulher deve preparar o ambiente para o sexo com perfumes, vinho, música e finalizar com uma massagem erótica." Já Marina Vasconcellos acredita que criar um clima gostoso é o primeiro passo para uma transa de sucesso. "No meio do dia, mandar mensagens carinhosas por SMS ou email, por exemplo, são estimulantes. À noite, o casal pode sair para dançar ou ir a um show porque o retorno para casa terá um ambiente harmonioso e propício para o sexo", acredita Marina.

Quem busca aventura e quer inovar na cama, ainda pode procurar brinquedinhos eróticos. Mas a atenção na escolha é algo relevante. "Há uma grande rejeição pelos homens em relação a vibradores em formato de pênis porque eles se sentem ameaçados", afirma Carla. "Criar uma competição só vai prejudicar ainda mais a vida sexual." Dê preferência, portanto, para artigos "mais inofensivos". Existe uma gama de produtos, como géis, estimuladores de clitóris e esponjas vibratórias para o banho.

Se há um consenso de que a vida sexual não tem lá mais aquele clima ardente, é importante buscar alternativas para retomar o fogo de outrora. Para isso, os especialistas listaram 10 dicas incendiárias. Confira:

1. Deixar os filhos com alguém para ter a casa só para os dois e namorar à vontade. Explore todos os cômodos da casa para fazer sexo, a cama deve ser a última opção;

2. Deixar a vergonha de lado e conversar sobre sexo com mais frequência;

3. Cuidar do corpo, pois se a mulher está feliz consigo, ela se sente segura e poderosa para ousar na cama;

4. Buscar informações e novidades para apimentar a transa. Pode ser um livro erótico para ser lido a dois ou filme para servir de inspiração;

5. Varie as posições sexuais. O papai-e-mamãe é infalível, mas experimentar outras pode trazer um prazer jamais sentido até então;

6. O orgasmo não deve ser visto como objetivo final. Curta o corpo do parceiro, toque-o, massagei-o. O clímax vai chegar e será nada mais do que a consequência das preliminares;

7. Técnicas novas surpreendem o parceiro. Para não cair no ridículo, adapte-as a sua realidade e grau de timidez. O pompoarismo colabora com a conscientização corporal, o striptease provoca o parceiro por meio da visão e a massagem erótica estimula as zonas erógenas;

8. Mostrar a ele como gosta de ser tocada. O parceiro não tem a obrigação de saber o que dá mais prazer à mulher. Guie-o;

9. Surpreender o homem é sempre excitante para ele. Espere-o em casa com uma bela maquiagem, roupa sexy e jantar a luz de velas. A cama será o destino final;

10. Acrescente diversão ao sexo. Busque brinquedinhos eróticos, como géis que esquentam ou esfriam, estimuladores de clitóris ou esponjas vibratórias para o banho a dois.

Fonte: Thaís Camargo Redação Terra


Quando começar a fazer tratamentos de beleza

Os cuidados com a beleza ocupam o centro das preocupações de pessoas de todas as idades. Produtos, tratamentos, técnicas de rejuvenescimento e cuidados para diferentes partes do corpo são anunciados a todo o momento, prometendo acesso à perfeição.
Antes de optar por procedimentos mais específicos ou iniciar pequenos tratamentos em casa, conheça a opinião de especialistas sobre quando começar a se preocupar com 20 cuidados mais comuns.


1. Passar creme no corpo
"Recomenda-se na adolescência, após os 12 ou 13 anos", diz Andréia Mateus Moreira, coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Mas não é regra, e a hidratação da pele pode começar antes e ser feita até em recém-nascidos, se necessário. "Alguns bebês apresentam ictiose, pele extremamente seca, que pode ser tratada com hidratantes hipoalergênicos. Crianças e pessoas mais jovens que moram em locais frios ou de clima seco tendem a ter a pele mais ressecada e podem usar hidratantes", diz a especialista, que também recomenda não usar muito sabonete.

2. Passar creme no rosto
A recomendação é a mesma dada para a hidratação da pele do corpo. Melhor a partir da adolescência, com a recomendação de escolher produtos sem muito perfume, pois as fragrâncias são responsáveis por dermatites. No caso de cremes antiacne, é recomendado procurar um especialista antes de escolher o produto.

3. Usar filtro solar diariamente
"Desde criança, a partir dos dois anos de idade, nas partes expostas. Antes disso, deve-se evitar a exposição solar prolongada mesmo nos horários recomendados", diz a dermatologista Andréia Mateus Moreira. A especialista enfatiza: "Filtro solar não é passaporte para o sol."

4. Fazer dieta
Segundo a dermatologista Ana Lucia Recio, a resposta é "sempre". Mas não significa suprimir alimentos ou diminuir quantidades por um período. "Digo uma dieta balanceada que ficará incorporada para sempre", afirma a médica.

5. Fazer exercícios físicos
"Sempre existiu o mito de que exercícios físicos na infância e na adolescência provocam a interrupção precoce do crescimento. Mas estudos apontam que trazem diversos benefícios: aumentam a força muscular em crianças e adolescentes e estimulam a produção do hormônio GH/IGF-1, que favorece o crescimento. Deve-se considerar também que a grande maioria do aumento de massa óssea ocorre durante a adolescência, quando a prática regular de exercícios vigorosos leva à elevação do pico de densidade mineral óssea, reduzindo o risco de osteoporose precoce em idades mais avançadas, principalmente nas mulheres", diz Mônica Schapiro, coordenadora do Departamento de Avaliação Física e Médica da Reebok Sports Club. A especialista ainda aponta a melhora da capacidade cognitiva, coordenação motora e manutenção da boa forma física. Mas isso não dá passe livre. Qualquer atividade feita por pessoas com menos de 18 anos precisa ser acompanhada por profissional que possa avaliar a dinâmica do crescimento e desenvolvimento motor para a prescrição do treinamento. "Até os sete anos, as atividades devem conter componentes lúdicos, exercícios básicos com pouco ou nenhum peso, como aulas de circo", completa.

6. Fazer depilação com cera
Deve-se começar apenas na adolescência. Antes disso, se necessário, é melhor raspar os pêlos. "A pele dos mais jovens ainda não está formada, por isso é mais fina e suscetível a dermatites e até a ferimentos. Melhor raspar, usando um aparelho novo e limpo", afirma Andréia Mateus Moreira, coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

7. Fazer depilação a laser
A mesma recomendação da depilação com cera, com mais uma ressalva: melhor fazer depois dos 18 anos. "Com alterações hormonais da adolescência, os pêlos podem voltar, e o tratamento terá de ser refeito", diz Andréia.

8. Modelar a sobrancelha
Preocupação que costuma surgir na adolescência. E deve ser feita com a velha e boa pinça. "Não indico com cera em nenhuma idade, pois como a pele das pálpebras é muito frouxa, acelera a flacidez no local", diz a coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia. "E na adolescência, fazer apenas entre os olhos e, no futuro, tirar apenas o excesso e nunca afinar, pois com o tempo ela pára de crescer como antes", completa a dermatologista Ana Lúcia Recio.

9. Fazer as unhas
Se significar tirar as cutículas, a resposta é nunca. "É a parte que sela a pele na unha e sem essa barreira pode entrar água e, com ela, fungos e bactérias", afirma o dermatologista Luiz Roberto Terzian, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e coordenador do Congresso Nacional de Manicures da Hair Brasil. O resultado mais comum é uma inflamação chamada paroníquia. Sabe aquele vermelhinho que fica ao redor da unha depois que você vai à manicure? É esse o problema que pode vir associado a dores de intensidades diferentes e inchaço no local. O certo é remover apenas a cutícula que já se soltou da unha. "O que está em excesso pode ser removido", afirma Terzian. Mas mesmo seguindo as recomendações médicas, não se deve nem tirar o excedente antes da adolescência; o ideal é por volta dos 15 anos. "Nessa etapa, a unha ainda está crescendo e se formando. Qualquer lesão na matriz da unha - parte que fica embaixo da cutícula -, ela não se formará de maneira adequada", explica o especialista.

10. Fazer limpeza de pele
Antes da adolescência, se necessário, melhor fazer uso de loções tópicas. Depois disso, é recomendado fazer limpeza de pele no máximo uma vez por mês ou a cada 45 dias. "Melhor fazer uso de medicação tópica e diminuir os intervalos", recomenda Andréia.

11. Aplicar ácido na pele
Por volta dos 25 a 27 anos ou depois. Antes disso, pode ser recomendado para controle de acne. "Importante ressaltar que o tratamento com ácido não deve ser feito de maneira a prevenir problemas de pele nessa fase, pois a substância modifica a estrutura da pele, inclusive a resistência ao sol", diz Andréia Mateus Moreira.

12. Usar creme anti-rugas e anti-sinais
Segundo a dermatologista Andréia Mateus Moreira, creme para prevenção de rugas ao redor dos olhos pode ser aplicado uma vez por dia a partir dos 25 anos, de maneira a prevenir os sinais.

13. Fazer drenagem linfática
Pode ser feita desde a adolescência, pois é benéfico para aliviar o inchaço causado pela maior retenção de líquidos no corpo durante o período menstrual.

14. Fazer outros tratamentos estéticos corporais
A partir dos 15 anos. "Antes é melhor fazer exercícios e mudar a dieta", recomenda Andréia. E mesmo assim, é importante ressaltar que os procedimentos são eficientes em casos de pouca gordura localizada, flacidez e celulite, de acordo com Ana Lúcia Récio.

15. Ir ao podólogo
A recomendação é a mesma para as unhas das mãos. Ou seja, não se deve tirar a cutícula dos dedos dos pés. "É ainda pior, pois crianças e adolescentes costumam usar tênis, jogar bola e não ficam tão parados quanto os adultos", explica o dermatologista Luiz Roberto Terzian. Portanto, antes dos 15 anos de idade, deve-se procurar um profissional de podologia apenas em casos de calosidades e outros problemas, como olho de peixe e unha encravada, entre outros.

16. Fazer clareamento nos dentes
Segundo o dentista Felipe Arcas, consultor em clareamento da Associação Brasileira de Odontologia, é recomendado a partir dos 15 anos. Mas, para fazer o procedimento de forma segura, é preciso que a raiz dos dentes já esteja completamente formada (fechada), o que normalmente acontece por volta dessa idade. "Isso deve ser conferido com uma avaliação radiográfica", avisa.

17. Tingir os cabelos
"Não há contraindicação na adolescência, mas é melhor na vida adulta", enfatiza Ana Lúcia Recio. O médico Luiz Roberto Terzian explica que na adolescência o cabelo se modifica, às vezes até muda de tom. Por isso, antes, é preferível passar apenas colorantes naturais, como hena ou tonalizantes sem formol, com o cuidado de não repetir a aplicação caso haja qualquer irritação no couro cabeludo.

18. Fazer outros tratamentos químicos nos cabelos, como alisamento
Deve-se esperar as transformações pelas quais o cabelo também passa nessa fase. O dermatologista Luiz Roberto Terzian faz uma recomendação importante: não se deve puxar e prender com força os cabelos para trás. "Além de causar dores de cabeça, faz com que a raiz não tenha nutrição correta, causando queda de cabelo na região do contorno da testa."

19. Esfoliar a pele
Depois dos 20 anos, para não eliminar o manto lipídico que protege a pele. Mas não é necessário, apenas em casos de acne, pois deixa a pele mais fina. "O rosto tem mais glândulas sebáceas e pode ser esfoliado mais vezes, mas no corpo aumenta as chances de ter brotoejas e infecções", explica Andréia.

20. Fazer bronzeamento artificial
As especialistas são categóricas: nunca. "Causa aparecimento precoce de manchas solares. Se fizer questão, melhor fazer uso de bronzeadores em spray", diz a coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Fonte: Michelle Achkar - Terra

Como usar melhor seus dedos na hora do sexo

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Seus dedos são os brinquedos sexuais preferidos das mulheres, aprenda a usá-los.

Eu e meu namorado estávamos de bobeira em casa quando ele começou a limpar por dentro um amplificador antigo. Comecei a observar o cuidado com que polia as válvulas, a precisão com que apertava os parafusos minúsculos. Logo comecei a sentir calor e as pernas bambas. Observar as mãos dele em ação trouxe à tona minhas memórias mais íntimas: bancos de carro, camas de solteiro, corredores desertos, aquelas sensações deliciosas da adolescência, quando eu começava a descobrir o universo masculino. Desde que passei a ter idade para dar (e receber) uns amassos, para mim as mãos de um homem são uma arma infalível de excitação. Como eu, muitas mulheres sentem o mesmo. E o mais triste é que não recebemos esse bom e velho tratamento tanto quanto gostaríamos. Por alguma razão misteriosa, depois que o homem atinge a maioridade vai sendo cada vez mais direto e só usa os dedos com duas finalidades: (1) como uma breve transição entre a pegação e a penetração; (2) para descobrir se estamos molhadas. Nós queremos muito mais. E não é só eu que digo. “As mulheres são altamente sensíveis ao toque. O contato, o calor e a pressão das mãos masculinas estimulam suas fantasias, faz com que elas tentem adivinhar o que virá depois”, explica Jussania Oliveira, psicóloga da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (Sbrash). Que tal você voltar a explorar nosso corpo como um adolescente bobo? Tocando, relando, apalpando e sentindo nosso corpo de maneiras diferentes, sob as mais variadas circunstâncias. Deixe que eu pegue você pela... mão e ensine tudo o que a gente gosta.





NO CARRO

Do que você precisa: vidros com insulfilm.
Uma viagem de carro já vale o gasto em gasolina se ela estiver bem relaxada no banco do passageiro e você com a mão direita livre. Só não se esqueça de prestar atenção na estrada. Se a distância for longa, vá devagar – é assim que elas gostam. Deslize sua mão preguiçosamente para o alto da coxa de sua parceira, depois vá descendo. Refaça o caminho sem pressa, chegando cada vez mais próximo da virilha dela a cada repetição. Finalmente passe para o púbis e deixe a palma de sua mão ficar lá. Aprecie a vista. E não descuide a atenção das placas! Como você não tem onde se apoiar, restrinja-se a toques suaves (a propósito, elas adoram toques suaves). Uma apalpada de leve por cima da calça (ou da calcinha) já deixa uma mulher arrepiada. Resista à ânsia de ir mais fundo. Em vez disso, alterne entre carícias por todo o púbis dela e giros com a ponta dos dedos (ok, já é hora de a garota tirar a calça. E, quem sabe, você encostar o carro – agora!). Quando ela já não estiver vestindo nada da cintura para baixo, deslize delicadamente um dedo molhado em volta do clitóris e depois alise a área logo acima dele (é onde) fica a base desseórgão), fazendo movimentos de um lado para o outro. “Descubra que tipo de toques ela prefere, circulatórios ou de baixo para cima, e também o nível de pressão”, ensina a psicóloga Jussania Oliveira. Vá com calma, deixe que ela desfrute lentamente suas carícias. Não pise no acelerador.

SOB O CHUVEIRO

Do que você precisa: xampu e sabonete líquido que faça muita espuma.
As bases do orgasmo feminino são ritmo e pressão (é por isso que elas gostam de ficar por cima e assumir o controle). Uma das melhores maneiras de reproduzir essa posição é no chuveiro, quando você empresta seu antebraço ensaboado para ela usar de cavalinho. Mas não é porque vocês dois já estão molhados que podem pular as preliminares. Capriche nas carícias. Ensaboe o corpo inteiro de sua parceira com sabonete líquido, de preferência. Gaste todo tempo do mundo espalhando a espuma nos ombros, nos seios, na bunda e nas coxas dela. Com uma mão, esfregue com cuidado o púbis com movimentos circulares enquanto você massageia as nádegas com a outra. Quando ela começar a se contorcer de prazer, estique um braço entre as pernas dela e comece a esfregar seu antebraço para a frente e para trás, pressionando a vulva. Incentive sua parceira a se movimentar de encontro a seu braço. Mais cedo ou mais tarde ela vai tomar o controle, definindo o ritmo e a pressão que precisa para chegar lá.

NO SOFÁ DA SUA CASA

Do que você precisa: sua língua.
Enquanto assistem TV, faça uma massagem nos pés dela, avance aos poucos para a panturrilha e daí para as coxas. Quando suas mãos chegarem à virilha, a televisão já deve estar desligada e suas bocas, ligadas. Levante a camiseta de sua parceira e beije sua barriga, depois comece a rumar para
baixo e a tirar a calça dela. Vá beijando seu púbis até que sua língua toque o clitóris. Isso mesmo: nesse caso, suas mãos precisam de uma forcinha.
Uma pesquisa feita na Austrália revelou que a combinação mão-boca é o melhor caminho para levá-la ao orgasmo. Muitas mulheres têm preferência pela parte de cima (ou por um lado) do clitóris. Experimente alternar diferentes pontos, perguntando qual ela gosta mais. Insira o indicador da outra mão dentro da vagina, sem ir muito fundo, e deixe-o aí enquanto você continua dando um trato no clitóris. Alterne sexo oral com a técnica das duas
mãos: depois, com certeza, ela vai retribuir.

NO AVIÃO VAZIO
Do que você precisa: um cobertor.
Esqueça o fetiche de transar durante o vôo. Banheiros de avião são apertados, disputados, sujos... depois da primeira hora de viagem, esqueça. Uma alternativa de aventura muito mais sensual (e mais fácil de convencê-la a embarcar nela) é masturbá-la – se vocês tiverem uma fileira toda para vocês, lógico. Levante o braço da poltrona e jogue o cobertor por cima dos dois. Espere até que as luzes se apaguem e o filme comece. Faça-a se aconchegar em seu ombro. Depois passe seu braço pela cintura dela, por baixo do cobertor, até sua mão chegar entre as pernas. Essa esfregadinha por cima da roupa revive uma sensação nostálgica que a excita desde que ela começou a reparar nos meninos. Coloque a ponta dos dedos sobre o púbis dela. Pressione com um pouco de força usando os quatro dedos, alternando movimentos para cima e para baixo sobre o clitóris com massagens circulares bem lentas. Grande parte das mulheres se masturba exatamente dessa maneira, então há grandes chances de que ela chegue às alturas.

NUM CANTO ESCURO NA BALADA
Do que você precisa: música e cerveja.
Um recanto escuro de uma boate é a versão adulta daquele esconderijo no prédio da escola nos tempos de adolescência. Eis um lugar em que um amasso em público, mais do que permitido, é encorajado. Beije o pescoço dela, morda de leve suas orelhas e engate um beijo forte enquanto você a pega pela cintura e passa as mãos em seus cabelos. “As mulheres adoram um toque forte masculino”, diz a psicóloga Jussania Oliveira. Convide-a para sentar de lado sobre seu colo com as pernas cruzadas. Deslize sua mão sob a bunda dela até chegar entre as coxas. É apertado, mas pressione o clitóris com suavidade. Dificilmente ela vai chegar ao orgasmo assim, mas ser tocada de maneira tão íntima no meio de um bar cheio de gente, com a música a toda e uma cerveja gelada nas mãos, sentindo sua respiração na nuca, é uma sensação inesquecível que vai durar até vocês chegarem à sua casa ou à casa dela.



Fonte: Mens Health