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Confira dicas para ser uma boa líder


O papel do líder consiste na forma em transmitir a sua capacidade de influência sobre as pessoas. Na atualidade, esse é um tema bastante explorado. Ser ou formar líderes não é uma das tarefas mais fáceis, o bom líder deve ter paciência, respeito, compromisso e serenidade. Todos esses requisitos são fundamentais para que a sua gestão obtenha sucesso. Não há um modelo ou um estereótipo a seguir, para ser um bom líder porém, requer sagacidade, as decisões devem ser tomadas apenas após serem bem analisadas e ter perseverança nos projetos atuais e ou futuros.

A motivação também é parte integrante de uma boa liderança afinal, funcionários motivados rendem mais, demonstram satisfação e prazer no trabalho que executam e assim, ajudam no sucesso da empresa.


Enxergar além do que se vê é um fator importante, são várias as maneiras de liderar, como a técnica “coaching” que é muito conhecida e utilizada nas organizações. Tem como essência ajudar a serem dados os primeiros passos para que depois possa caminhar sozinho, aprendendo com experiências que irão treinar ao máximo o seu potencial e suas forças, guiando-as para a direção correta.

O reconhecimento deve ser sempre feito aos funcionários mesmo quando uma determinada situação falhou. As pessoas se empenham para obter um resultado positivo e isso é um motivo de reconhecimento, o esforço para algo dar certo.

Aprenda a ouvir o que a equipe tem a dizer, na maioria das vezes, você pode fazer um balanço de tudo que foi ouvido e mudar, ou ter a opinião de algo que possa manter. E ainda mais, você pode prever possíveis oportunidades ou ameaças que estão por vir e tomar as medidas corretas o quanto antes.

Nas micro e pequenas empresas a liderança é primordial, por existirem grupos menores, a atenção deverá ser redobrada e a dedicação feita a cada dia. E assim, o caminho para tornar-se um bom líder será mais fácil.

[Fonte]

Nas empresas Mulheres e Homens podem conviver juntos?

A entrada da mulher no mercado de trabalho acarretou dezenas de mudança para a vida empresarial. A rivalidade entre homens e mulheres existe, e precisa ser controlada em prol da saúde das instituições. Mas essa estabilidade é alcançada? Como as mulheres reagem a essa disputa?

Com o avanço da mulher no mercado de trabalho é cada vez mais comum o fato de que homens e mulheres disputam as mesmas vagas em situações de promoção. Nessas situações, as mulheres levam uma grande desvantagem, pois acreditam que seu trabalho, seu desempenho e suas competências falarão por elas. Segundo Rhandy Di Stefano, Diretor da ICI - Integrated Coaching Institute, um dos mais importantes especialistas em coaching do Brasil, devido a fatores sociais, as mulheres esperam que seu trabalho seja reconhecido, enquanto que os homens buscam demonstrar a importância do que fazem.



"Na vida real, o chefe muitas vezes está tão atolado de responsabilidades que não tem tempo para ver o bom trabalho das mulheres, a não ser que alguém o mostre pa

ra ele. Assim, muitas mulheres perdem a promoção que gostariam e se sentem injustiçadas. Isso se deve a crenças antigas no paternalismo da sociedade e deveria exigir das mulheres uma postura mais pró-ativa quando o assunto é mostrar os resultados de seu trabalho", explica.

Autor de vários livros sobre coaching, entre os quais "O Líder-Coach: Líderes criando Líderes", lançado pela Editora Qualitymark, Di Stefano acredita que as mulheres, devido a tradições sociais, são preparadas desde cedo para gerenciar o ambiente familiar, uma habilidade que estão transferindo para o mercado de trabalho com relativo sucesso. No entanto, Di Stéfano alerta que esta mesma habilidade de lidar com pessoas e relacionamentos acaba levando muitas mulheres a supervalorizar o lado pessoal:
"O risco dessa situação é tomarmos como pessoais comentários profissionais, como críticas ou sugestões. O coaching pode ajudar as mulheres executivas a conseguir diferenciar melhor o profissional do pessoal, para que elas não se deixem afetar tanto pelo estilo masculino do mundo corporativo", assinala.

Segundo Di Stefano, único instrutor de curso de formação de coaching no Brasil credenciado pela ICF - International Coach Federation, as mulheres executivas enfrentam problemas, também, no que diz respeito às expectativas que elas provocam em funcionários subordinados.

"Muitos empregados acreditam que, por terem mulheres como chefes, terão um tratamento mais maternal, o que provoca rebeldia quando percebem que a chefe mulher os trata com a mesma firmeza que o chefe homem. O homem quando é firme é elogiado. A mulher quando é firme é chamada de agressiva. Assim, ela vai ter que fazer um forte trabalho interno para limpar dentro de si mesma a sua ideia de seu papel como executiva e saber lidar com as críticas externas, para não se deixar manipular", enfatiza.

Para o Diretor do ICI, em alguns casos vemos a situação oposta: para se posicionar e ganhar respeito, algumas mulheres adotaram atitudes muito duras e acabaram se tornando mais duras com a equipe do que os próprios chefes homens.

"Nestes casos, o coaching pode ajudar a restabelecer um equilíbrio, mantendo os elementos que funcionam e trazendo de volta o toque mais humano e harmônico que é inerente às mulheres. No passado, em empresas mais autoritárias, talvez isto fosse visto como sinal de fraqueza. Hoje já estamos percebendo que é uma vantagem, pois gera equipes mais integradas", explica.

Fonte: http://www.incorporativa.com.br/

Dicas para evitar desconforto e lesões

Cada vez mais passamos horas e horas a fio no trabalho e quase sempre sentados em frente ao computador. Hábitos comuns, porém pouco saudáveis, como cruzar as pernas enquanto trabalha, ficar com os cotovelos suspensos ao digitar, se inclinar para ver o monitor, entre outros, acabam gerando desconforto e às vezes até lesões.

Muitas empresas já despertaram para isso e investem agora em consultores, arquitetos, equipamentos e móveis planejados para levar mais ergonomia para o escritório. Além de terem que obedecer a uma questão legislativa, que especificou condições ergonômicas e vigora desde 1990 (NR17 do Ministério do Trabalho), as empresas que investem em ergonomia buscam com isso maior qualidade de vida e produtividade no trabalho.

“O ideal é que a empresa pense em como tornar cada atividade de trabalho mais humana, melhorando cada aspecto, desde a comunicação entre os membros da equipe, os detalhes do mobiliário e equipamentos de trabalho, até o contexto do trabalhador no espaço da empresa. A empresa é responsável pela condição de trabalho”, afirma Alison Klein, fisioterapeuta e ergonomista do SEFIT (Serviços Especializados de Fisioterapia do Trabalho). Ronaldo Duschenes, designer e presidente da Flexiv (empresa especializada em móveis para escritório), complementa: “se o designer desconsiderar a ergonomia ele estará fazendo um mau produto. A norma serve para dar parâmetros, uma vez que temos que considerar medidas antropométricas”. Duschenes também comenta que é fácil saber quando o móvel não é ergonômico, pois ele machuca, ou seja, causa desconforto.


Para auxiliar as empresas neste sentido, a SEFIT e a Flexiv trabalham em parceria, fazendo estudos e projetos tendo em vista a saúde do trabalhador. “Quem trabalha muito tempo sentado, acaba deixando o corpo estagnado, adaptando a musculatura a uma condição de sub-uso. Soma-se a isso o uso repetido de estruturas do corpo que são delicadas e que muitas vezes não estão preparadas para esta condição.

Desta maneira, o mobiliário deve ser totalmente planejado para que estas situações causem menos impacto, oferecendo bons apoios para evitar trabalhos estáticos e diminuindo atritos para não gerar traumas cumulativos”, explica Alison. O fisioterapeuta ainda acrescenta que a cada R$1,00 investido em prevenção, são economizados R$4,00 em saúde. Além disso, Alison ainda aponta que atualmente a maior parte dos afastamentos acaba sendo de responsabilidade da empresa, que precisa provar que oferece condições adequadas de trabalho (especialmente depois da criação do NTEP - Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário). “Esta mesma legislação também prevê que as empresas que tenham um volume grande de afastados tenham o seu SAT (seguro de acidente de trabalho) ampliado em até 6% do bruto da folha de pagamento”. Além de ser vantajoso em termos econômicos, a prevenção é uma grande aliada das empresas ao oferecer melhores condições para trabalhar e, com isso, ter um funcionário mais satisfeito.

Veja agora algumas dicas para ter mais ergonomia no trabalho:

1) A altura do tampo da mesa deve ficar entre 72 e 78 centímetros do chão;

2) Para evitar estrangulamento da circulação dos braços quando apoiados, a borda do tampo da mesa (parte arredondada) deve ser de

2,5 milímetros;

3) A distância média recomendada entre os olhos e a tela do computador é de 55 centímetros;

4) A parte superior da tela deve coincidir com a altura dos olhos, para evitar a projeção da cabeça para frente e a adoção de posturas críticas de trabalho;

5) Os cotovelos e antebraços devem estar apoiados no plano de trabalho e você deve estar sentado confortavelmente, com a coluna ereta;

6) O mobiliário deve ser regulável de forma a permitir um mínimo de alternância. Recomenda-se que mesas e cadeiras para uso do computador possuam regulagens simples e que possam ser facilmente localizadas para permitir a mudança da postura ao longo da jornada de trabalho.


Fonte: marina@jornalismocorporativo.com.br


Mulheres em altos cargos

O número de mulheres em altos cargos corporativos tem mostrado uma elevação nos últimos 13 anos. Segundo levantamento recente da Catho Online, site de classificados de currículos e empregos, entre 89 mil empresas cadastradas o percentual subiu de 10,39% em 1996 para 21,43% em 2009, mostrando que mais mulheres assumiram postos de presidente e CEO.


A presença feminina na vice-presidência das empresas também aumentou: de 10,82% em 1996 para 17,47% em 2009. Já o número de diretoras saltou de 11,6% para 26,29% no mesmo período.

Um exemplo desse aumento jamais imaginado há algumas décadas é a executiva Marise Barroso, 46 anos, que assumiu a presidência da Amanco Brasil no último dia 1º de julho - empresa líder no segmento de tubos e conexões na América Latina. Com 28 anos de experiência nas áreas de marketing, vendas e desenvolvimento de novos negócios, ela ocupava o posto de diretora de marketing da empresa desde 2005 e foi indicada pela Mexichem, controladora da Amanco, para o atual cargo. "Eu já era a segunda pessoa na estrutura da empresa, então foi um processo natural", diz ela. Por isso não encontrou dificuldades na nova gestão. "Houve, sim, mudanças, afinal pessoas que não se reportavam a mim passaram a fazer isso. Mas assumir a presidência não quer dizer que preciso me inteirar de tudo, pois sempre acompanhei todas as áreas", diz.

Já Sonia Hess, 53 anos, inspira-se no empreendedorismo da mãe, que fundou a Dudalina em 1947, empresa especializada em camisaria masculina, de Santa Catarina. Ela assumiu a presidência em 2002, indicada pelo conselho da empresa, hoje com 1.270 funcionários, dos quais 80% são mulheres. Até então atuava na área de marketing e produto. "Minha mãe teve 16 filhos e ainda construiu a Dudalina", diz. Por isso, ela acredita na força das mulheres e na superação das dificuldades para gerir uma empresa.

Ainda em desvantagem
Apesar do aumento da presença feminina em altos cargos das empresas, a diferença ainda é grande em comparação com os homens. Segundo a executiva Denise Damiani, responsável pela área de comunicação e alta tecnologia da Accenture América Latina, multinacional que atua no ramo de consultoria de gestão e serviços de tecnologia, o fato de as mulheres não crescerem mais que os homens no mundo corporativo não está ligado a falta de desejo, ambição ou competência. "Os homens evitam abrir espaço para as mulheres nas empresas, pois, se abrirem, a competição dobra", diz ela.

Essa percepção está baseada em sua vivência e nas pesquisas realizadas pela Accenture para entender por que poucas mulheres não conseguem evoluir na carreira. Um levantamento feito em 20 países detectou que 71% das mulheres se acham pouco desafiadas. "Isso mostra o pouco espaço aberto às mulheres nas corporações", diz.

Por outro lado, muitas empresas estão preocupadas com a perda de grandes talentos, não importa o sexo, já que investiu nesses profissionais. Por isso, nos últimos oito anos surgiu um movimento mundial nesse sentido. "Quando se tem só homens nos altos cargos, a inovação fica limitada. A diversidade traz outros pontos de vida", diz Denise, casada e mãe de filhos gêmeos, de 17 anos.

Para dar força a essa tendência, Denise lidera um comitê de iniciativas para as mulheres na empresa, que inclui encontro anual com as demais líderes e criação de uma intranet para troca de experiências. "Com isso, saímos de 3% de executivas em 2003 para 17% atualmente na empresa", diz.

Outras empresas caminham no mesmo sentido, como a UPS do Brasil, empresa de transporte e logística, presente em 200 países, que criou o Programa de Desenvolvimento de Liderança Feminina. A iniciativa tem o objetivo de criar oportunidades de desenvolvimento para as mulheres, que compõem 40% do quadro da empresa. E está dando certo, pois o grupo já conta com presidentes do sexo feminino no Brasil, Equador, República Dominicana, Peru e Bolívia.

Mulheres x gestão
Será que a gestão feminina é diferente da masculina? Para Denise Damiani, sim. "As mulheres têm muita capacidade de entendimento e outra perspectiva, já que as experiências e os interesses são outros", diz. ¿Mas existem aquelas mulheres que acham que precisam mimetizar os homens para dar certo. Prefiro acreditar no estilo de cada um."

Sonia Hess, casada e três filhos adultos, concorda e prefere não se basear nos estereótipos. "Apenas acho que os homens sejam mais gananciosos e as mulheres mais ambiciosas na gestão das empresas", diferencia. E lembra: "A maioria das empresas familiares, cerca de 60%, geralmente começou com o trabalho de uma mulher". Em sua gestão, ela vê detalhes femininos, como presentear os funcionários no fim do ano com algo diferenciado, o que não acontecia em outras gestões.

"Hoje, as corporações dirigidas por mulheres alcançam patamares maiores na cultura da empresa, na sensibilidade. Isso agrega à empresa", diz Marise Barroso, casada e uma filha, de 10 anos. "Em casa também se vê o comando da mulher. Por que não acontecer isso também nas corporações e na política? E com sucesso."

Fonte: Rosana Ferreira - Especial para Terra

A mulher e os negócios

Da próxima vez que você for a uma festa de criança, aproveite para aprender sobre negociação. Quando as meninas brincam, elas não têm nenhuma dificuldade em manter contato visual e olhar diretamente nos olhos das coleguinhas. Os meninos preferem brincar lado a lado e evitam fixar por muito tempo os olhos uns nos outros. As implicações disso para as negociações vão muito além dos jogos infantis. É o que conclui um levantamento de Roderick Swaab, professor especializado em comportamento da faculdade de administração Insead. Swaab afirma que mulheres e homens se comportam de forma diferente quando negociam com pessoas do mesmo sexo, especialmente se os envolvidos são desconhecidos.


As mulheres se sentem mais confortáveis para negociar pessoalmente. Os homens não se importam de negociar face a face com mulheres, mas quando têm de negociar com outros homens desconhecidos, seu desempenho é inferior. “Para colocar de maneira simples, talvez seja melhor, para dois homens que não se conhecem, colocar uma barreira entre eles ou conduzir a negociação por telefone”, diz Swaab. Segundo afirma, isso obviamente não é uma prescrição para todas as pessoas e situações, mas se a negociação entre dois homens envolve algum tipo de conflito, eles têm uma grande chance de fracassar em um contato direto: “(Em alguns casos,) é provavelmente melhor envolver uma terceira pessoa (...) ou partir para uma forma eletrônica de contato”.


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Dicas para você passar em Concurso público

Ser aprovado em concurso público ainda é sonho de muita gente. O estudante Felipe Silveira de 22 anos que o diga. Declarado "concurseiro" (gíria usada para identificar os estudantes de concurso), ele se dedica diariamente à rotina para alcançar seu objetivo: ingressar na Polícia Federal (PF). Felipe já fez cursinho preparatório para o concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e passou. Na época chegava a estudar 13 horas por dia. "Quando traçamos um objetivo, temos que ir até o final", define.

Para alcançar o tão sonhado cargo, algumas vezes é necessário abrir mão do lazer. Para Denis Brito, coordenador do cursinho preparatório do Tiradentes Concursos, a rotina de quem quer êxito em processo seletivo para trabalhar em órgão público chega a ser árdua. Muitas vezes o candidato deve abrir mão de sua vida social, deixar de sair mesmo nos finais de semana. "No final vale a pena", garante Denis.

Alguns candidatos dividem seu tempo de estudo com o trabalho. São pessoas que não podem abdicar do emprego para se dedicar apenas aos estudos. Conforme Denis Brito, se a pessoa que trabalha quiser mesmo ser aprovado em concurso terá que estudar madrugada adentro e tentar fazer um cursinho. "O candidato que não trabalha terá mais vantagem que o empregado por ter mais tempo para se dedicar", explica Denis. "Tudo depende do aproveitamento, da concentração e do método de estudo do candidato", adverte.

Atualmente Felipe Silveira estuda apenas em casa e recorda o que aprendeu no cursinho. Ele passa de quatro a cinco horas por dia estudando. "A semana toda me dedico ao estudo. O sábado à tarde e o domingo é que separo para o lazer". Tendo outra ocupação ou não, persistência e disciplina são fundamentais para quem está decidido a passar em concurso.


Cursinhos Preparatórios

As aulas em cursinhos preparatórios também são muito importantes para quem quer passar em concurso público. Conforme Denis Brito, coordenador do Tiradentes Concursos, há cerca de três anos tem aumentado muito a procura pelas aulas. Ele atribui isso à política de concursos que o Governo está adotando. Só no ano passado, o governo autorizou 43.044 vagas, e em 2007 foram mais 14.267 postos disponibilizados.

Para o coordenador do FB Concursos, Fabiano Távora, as posições mais procuradas são nos Tribunais e o na Polícia Federal. Os cursinhos da cidade trabalham com apostilas próprias e contam com didática específica para fazer o aluno passar. Provas simuladas e aulas aos domingos são algumas das táticas. "Quanto mais o aluno estudar, melhor", afirma Fabiano.

A estudante Cintia Matias estuda para o concurso do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Está terminando agora o cursinho preparatório e dedica de duas a três horas dos seus dias para os estudos. O cursinho proporcionava aulas aos sábados e domingos pela manhã. "Quando saía à noite tinha que voltar cedo para ter disposição de ir às aulas", comenta.


Cortes não atrapalham
O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog), Paulo Bernardo, anunciou no dia 19 de março, o corte de R$ 21,6 bi no Orçamento Geral da União. Diante desse corte, seria autorizada a realização de concursos apenas dos ministérios que têm mais urgência em contratar profissionais. Consequentemente, concursos muito aguardados como o da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Receita Federal teriam um pouco de atraso na liberação. De acordo com Denis Brito, coordenador do Tiradentes Concursos, essa decisão não atrapalhou em nada. "Os candidatos acharam bom, pois como são muitas matérias para estudar, eles terão mais tempo para se preparar", afirma.

Preparação conforme a bancada organizadora
Os cursinhos trabalham a preparação do aluno de acordo com a bancada organizadora do concurso. Segundo Boni Oliveira, diretor do curso Master, cada organizadora tem um estilo próprio de elaborar a prova. Três delas se destacam dentre as cinco principais: Esaf, considerada a mais difícil, atua mais na seleção para área fiscal; Cespe, usa muita "casca-de-banana" e "pegadinhas", questões típicas para enganar o candidato, e cada questão errada anula uma correta; e Carlos Chagas, usa mais a "letra da lei", constituição ao pé da letra, "é bem decoreba".

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Mulher posa nua é por dinheiro


Priscila é o corpo mais esperado pelos "leitores" das revistas masculinas do Brasil. Se vai posar para a 'Playboy" ou para a "Sexy", ela ainda não decidiu. Mas a morena que chamou a atenção do Brasil todo ao abusar de roupas minúsculas na casa do "Big Brother Brasil 9" já sabe como quer mostrar seus dotes. Mas, para aumentar a ansiedade dos marmanjos, ela não revela:

- Ainda não fechei nada, mas tenho sim várias ideias, que vou manter em segredo.

O corpo mudou nesses três meses de confinamento. Priscila engordou mais do que esperava. Mas ela diz que já está trabalhando para perder os quilinhos que ganhou.

- Comi várias coisas que fogem do meu cardápio habitual e não malhei como costumo, mas já estou recuperando - comenta.

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Pesquisa revela que empresas aproveitam pouco o potencial feminino


Pesquisa realizada pela empresa de serviços na área de Recursos Humanos Manpower revelou que menos da metade do potencial produtivo das mulheres é bem aproveitado pelas organizações, ante 74,3% da força de trabalho masculina.

Os dados ainda mostram que 60% das mulheres estão empregadas, contra 75% dos homens. Os motivos apontados para isso são uma carga de horário pouco flexível, de 40 horas semanais, que torna a empregabilidade feminina mais difícil, frente às tarefas domésticas que são atribuídas a elas.

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