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Unhas decoradas
As unhas decoradas começam a aparecer nas mãozinhas femininas mais descoladas. Com desenhos variados e inúmeras opções e cores e texturas de esmaltes e aplicações, as unhas decoradas vem conquistando um grande número de adeptas que já se dizem fãs da técnica. Confira, a seguir, as tendências de unhas decoradas:
Dicas para organizar sua bolsa
Na cultura milenar chinesa, a essência da Energia Chi está em tudo e em todos no Universo. Em outras palavras, o Chi (energia vital) que dá vida a tudo, está em qualquer coisa ou local do universo, de forma igual, ou seja, a mesma energia que está no macrocosmo, também está no microcosmo. O Chi que está em um sistema solar qualquer também está no menor átomo de um ser vivo. Tudo isto para dizer que somos ligados pela mesma teia energética no Cosmos.
Dentro desta teoria, no Feng Shui podemos dizer que a energia de uma casa montada é a mesma energia de quem decorou e habita esta casa, sendo a casa o macrocosmo e a pessoa o microcosmo.
Quando harmonizamos a energia de um ambiente pelo Feng Shui, estamos também harmonizando a energia e as ideias do morador, mesmo que de forma inconsciente. Se você sente a sua vida em desarmonia, vá até seu guarda roupas e penteadeira, abra todas as portas e gavetas e provavelmente encontrará roupas, sapatos e acessórios desorganizados e bagunçados.
Um armário nada mais é que seu microcosmos, ou seja, representa seu estar energético. Arrume seu armário e irá se sentir um pouco melhor. Organizar ambientes que vivemos e criamos é um bom caminho para a harmonização interior.
Que tal organizar, harmonizar e energizar um ambiente muito íntimo e importante que você, mulher, carrega todos os dias?! Exato, sua amiga inseparável, sua bolsa.
Uma bolsa de mulher tem a energia e o universo de sua dona. A bolsa é o microcosmo e cuidando bem desta bolsa, você estará cuidando melhor de você.
Preparei abaixo sete dicas para você aplicar em sua bolsa. Leia e Aplique, depois me diga os resultados:
1) Tamanho da bolsa: quando você escolhe uma casa para morar, em geral o tamanho é escolhido conforme a necessidade. O mesmo ocorre na escolha da bolsa que você precisa usar. Se você necessita carregar muitas coisas, o ideal é usar uma bolsa grande, com muito espaço e tranquilidade para mexer a toda hora, pois numa bolsa pequena, tudo ficará apertado. Do contrário, se você carrega pouca coisa, uma bolsa grande é até ruim, pois fica parecendo que você carrega um "saco vazio" ou um peso desnecessário.
2) Limpeza: não tem coisa mais gostosa do que uma casa limpa, a não ser que você goste de carregar uma "lixeira" no braço. Faça limpezas diárias na bolsa. Se você é do tipo ecológica e costuma guardar lixinhos como papel de bala na bolsa, então coloque o lixinho numa divisão especial, para depois jogar fora. Bolsa cheia de lixo é prosperidade indo embora.
3) Fora o supérfluo: uma casa harmoniosa começa pelo equilíbrio dos móveis e utensílios. Um ambiente cheio de coisas ou entulhos impede a circulação das pessoas e energias, tornando a casa pesada e com energia estagnada. O mesmo ocorre com sua bolsa se você carrega coisas desnecessárias. Ela não tem que ser um peso energético ou um peso para sua coluna. Faça varredura na bolsa, ou você gosta de carregar o "quarto de bagunça" a tiracolo?
4) Organizar: uma casa tem que ser prática e funcional, uma bolsa tem que ser funcional, prática e ágil na hora de se achar o que precisa dentro dela. Se você necessita levar ou guardar muitas coisas dentro da bolsa, opte pelas bolsas com muitas divisórias. Escolha a divisória certa para cada necessidade: uma para as moedas, uma para os recibos de compras, outras para os cartões de clientes, etc. Não misture tudo num mesmo espaço, é anti-próspero ter tudo bagunçado dentro da bolsa.
5) Guarde bem o dinheiro: como você guarda o dinheiro na bolsa? Joga em qualquer canto ou no fundo dela? Amassa ou dobra o dinheiro e soca em qualquer divisão da bolsa? É assim que deseja prosperar, amassando seu dinheiro? O dinheiro tem que ser bem cuidado e guardado na bolsa ou carteira. Coloque o dinheiro na divisória dele com cuidado, arrume as cédulas abertas e em ordem crescente, nada de por nesta divisória as contas a pagar ou recibos. Divisória de dinheiro, só guarde dinheiro. O mesmo cuidado deve-se ter com cartão de crédito e banco, guardando-os na divisória correspondente.
6) Carregue alegria e fé: já que bolsa carrega um ¿pedaço da sua vida¿, tenha sempre nela lembranças positivas, como foto da família ou namorado, agenda com telefone de amigos, livros de mensagens positivas ou religiosas, patuás da sorte, riqueza, amor, contra inveja, etc.
7) Cor: você pode escolher a cor da bolsa conforme sua necessidade ou energia. Bolsa preta representa discrição, mas também status, pois sempre será chique, bolsa vermelha energiza e atrai amor, bolsa marrom atrai segurança, verde e amarela atraem riqueza, a rosa atrai romance e a laranja, alegria.
[Fonte]
O que é alisamento térmico
Quando tudo parecia estar resolvido e todas as mulheres se curvaram diante do surpreendente tratamento da escova progressiva, a técnica de alisamento foi proibida pelo mal que o formol, principal substância do creme, traz à saúde. Seria o fim das madeixas alisadas? Claro que não!Quando tudo parecia estar resolvido e todas as mulheres se curvaram diante do surpreendente tratamento da escova progressiva, a técnica de alisamento foi proibida pelo mal que o formol, principal substância do creme, traz à saúde. Seria o fim das madeixas alisadas? Claro que não! O alisamento térmico, feito com produtos à base de tioglicato de amônio, chegou para ficar e devolver a alegria e a satisfação a todas aquelas amantes do secador e da chapinha.
Segundo a hairstylist Alejandra Blanco Diaz, a duração desta técnica é maior se comparada com a da progressiva e, além disso, é mais segura. “Antes de iniciar o tratamento, é preciso fazer um teste com uma mecha do cabelo para observar a saúde do fio e verificar quanto tempo será necessário para alisá-los. Estas precauções evitam a sua sensibilização e quebra”, diz a especialista.
Vale ressaltar que a cliente deve estar ciente da importância de fazer um tratamento de reconstrução e hidratação periódicos para manter os fios com brilho, maciez e lisos por mais tempo. A realização do trabalho leva, em média, de uma 1h à 3h, e depende da quantidade e do comprimento do cabelo. O preço varia de R$ 550,00 à R$ 880,00.
Quanto ao antigo método da escova progressiva, a hairstylist alerta: “Algumas empresas agem de má fé e vendem aos salões a chamada "Progressiva liberada pela ANVISA," com número de liberação falso.
O problema é que muitos salões são enganados e usam o produto em seus clientes. Por isso, antes de adquirir qualquer produto, um profissional deve checar sua procedência e verificar se é permitido pela ANVISA ou não".
Daniel Salvador [Fonte]
Você é bissexual?
Nem homo, nem hetero! Celebridades já assumiram. Sexólogos, psicólogos e até cientistas dizem que esse é o futuro da humanidade. Será mesmo que o mundo está cada vez mais bissexual?O fato é que o número de pessoas que declara abertamente relacionar-se com os dois sexos aumenta todos os dias. Angelina Jolie antes de Brad Pitt manteve um romance de 10 anos com a modelo Jenny Shimizu e nunca teve problemas em assumir a bissexualidade. As atrizes Megan Fox e Lindsay Lohan, a performática Lady Gaga e a cantora Fergie, do Black Eyed Peas, engrossam a lista das celebridades que já se declararam total flex. Por aqui, as mais novas adeptas do grupo, cuja veterana é a cantora Marina Lima, são Preta Gil e a ex-BBB Fani Pacheco.
Será que isso é marketing, moda ou tendência?
— Se olharmos historicamente, o bissexualismo sempre existiu. Mesmo em Roma ou na Grécia. É algo que sempre esteve presente nas relações humanas e pode se manifestar mais ou menos dependendo do quanto existe de liberalidade na sociedade ou em um determinado meio social que possa ser mais aberto para esse tipo de coisa — defende Rafael Raffaelli, professor da UFSC, mestre em Psicologia Social e doutor em Psicologia Clínica.
Não são apenas os artistas e as celebridades que declaram abertamente seu desejo por homens e mulheres. A jornalista Sandra**, 25 anos, não exclui nenhum público alvo quando sai solteira para a balada.
— Não acho que seja uma moda. Eu acho que as pessoas estão se libertando. Quando eu saio, fico com homem ou mulher, tanto faz. Acho que as mulheres suprem outras necessidades, elas se envolvem mais emocionalmente do que os homens. Já com eles, tenho uma necessidade mais física. Então, ficar com um ou com outro vai depender de como estou me sentindo no dia e do que aparecer — conta.
Conforme o pai da psicanálise, todos nós nascemos potencialmente bissexuais. Sigmund Freud dizia que a escolha seria determinada na infância, de acordo com as experiências. Ou seja, a condição sexual seria muito mais cultural do que biológica, e a bissexualidade teria conotações instintivas. Para ele, a diminuição da repressão sexual teria como desfecho a pluralidade dos afetos.
— As crianças logo percebem um ambiente de proibição e culturalmente vão se encaixando nessas ideias. O pai e a mãe, os casais ao redor. E é obvio que a nossa cultura e sociedade levam a uma certa estigmatização da experiência erótica, embora isso já tenha mudado muito — explica Raffaelli.
O psicólogo lembra o fato de termos herdado metade do genes do pai e metade dos gens da mãe, o que significaria termos os dois lados. Com base nisso, seria possível explorar os dois sexos.
— Isso só não aparece claramente porque existe uma repressão da sociedade — diz ele.
Em 1953, o segundo volume do Relatório Kinsey, elaborado pelo pesquisador americano Alfred Kinsey, já revelaria o quanto a bissexualidade era uma realidade, mesmo dentro da conservadora sociedade americana. Nos questionários, muitas mulheres relataram que já haviam tido experiências sexuais com pessoas do mesmo sexo. Seus relatórios foram vistos por muitos como o início da revolução sexual da década de 1960. Kinsey defendia que a homo e a heterossexualidade eram os extremos de um amplo espectro de possibilidades sexuais.
— Para ele, a fluidez dos desejos sexuais faz com que, para cada heterossexual, exista pelo menos uma pessoa que sinta, em graus variados, o desejo pelos dois sexos — explica a psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do livro A Cama na Varanda (Ed. Best Seller, 434 págs, R$ 40), em que aborda, entre outros temas, essas questões.
As novas gerações, já influenciadas pelos frutos da revolução sexual, estariam aptas ao novo modelo.
— Hoje as coisas estão bem diferentes — defende o sociólogo Roberto Warken.
** Os nomes utilizados são fictícios
Rótulos x orientação sexual
Ter uma experiência com alguém do mesmo sexo significa que a pessoa tem orientação bissexual?
— Nosso objetivo não é criar rótulos. Defendemos que as pessoas sejam felizes sem a rigidez da orientação sexual - responde o sexólogo Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).
— Minha sexualidade é circunstancial. Não gosto de me impor barreiras. Hoje eu fico mais com meninos, mas se achar uma menina que me interesse eu fico também — assume o estudante Juliano**, 22 anos.
— Acho que são duas coisas diferentes. Ter experimentado algo com alguém do mesmo sexo não caracteriza alguém como bissexual. O que vai caracterizar é a pessoa ter o desejo frequente não só de sexo, mas de amor, de poder se apaixonar, por ambos os sexos — avalia a psicóloga Shirley Stamou.
A sexóloga Regina Navarro Lins vai adiante:
— Estamos caminhando para uma sociedade com tendências à androgenia. O objeto do amor não será mais o sexo oposto e sim a pessoa, não importa se homem ou mulher — teoriza a autora.
Até mesmo cientistas já engrossaram o coro dos sexólogos e psicanalistas, provocando polêmica. O italiano Umberto Veronesi, por exemplo, afirma que o ser humano caminha para a bissexualidade como uma evolução natural das espécies. De acordo com sua tese, dentro de algumas décadas, a humanidade será definida como bissexual. A explicação, segundo ele, está ligada inclusive a mudanças hormonais. Homens e mulheres estariam perdendo suas características específicas e se transformando em indivíduos sexualmente ambíguos.
Se a liberdade traz ganhos, também pode causar confusão para muitos. A terapeuta de família e sexóloga Jerusa Figueiredo acredita que o amor foi reduzido ao desejo e essa fragilidade de valores leva à liberação das vivências sexuais.
— Vivemos numa sociedade onde tudo é permitido, e as pessoas não estão sabendo se comportar dentro desse contexto — critica.
Mulher com mulher dá audiência
Quem assistiu ao desfile de Jean-Paul Galtier na última Semana de Moda de Paris contou que o papo nas festas pós-desfile não girava tanto em torno dos modelitos apresentados pelo designer francês, mas sim da mensagem com forte conteúdo erótico que sugeria homo e/ou bissexualidade. As peças eram marcadas por símbolos sadomasoquistas, como meias de rede e transparências. Como pano de fundo do desfile, um bar decadente onde modelos, como Raquel Zimmermann e Coco Rocha, vestidas em looks andrógenos, lançavam olhares sugestivos umas às outras.
Já em 2006, a atriz Scarlett Johansson e a stripper Dita Von Teese também foram protagonistas de um ensaio pra lá de sensual na revista Flaunt. A mesma Scarlett, quando dirigida por Woody Allen em Vicky Cristina Barcelona, beijou Penélope Cruz, acontecimento que foi badalado insistentemente antes de o filme entrar em cartaz.
Para divulgar o filme Ne te Retourne pas (Não se volte, em tradução livre), em que interpretam a mesma pessoa, as atrizes francesas Sophie Marceau e Monica Bellucci apareceram nuas e abraçadas na capa da revista Paris Match em 2009.
Mas há quem diga que toda essa moda na mídia tenha começado com o beijo entre Madonna e Britney Spears no MTV Music Awards, em 2003.
A mídia e a publicidade nacional também parecem ter aderido. Basta folhear as revistas para ter a nítida sensação de que o bissexualismo está na moda. A campanha de verão da Arezzo trazia Juliana Paes e Cléo Pires, duas das mulheres mais cobiçadas da atualidade, em poses sugestivas e olhares provocadores.
O erotismo parece infalível em termos de mídia - graças à curiosidade geral sobre a homossexualidade e ao fato de ser a fantasia número um dos homens.
— A gente sabe que 99,9% dos homens têm como fantasia ver duas mulheres transando. Esse erotismo vende — declara a psicóloga e blogueira antenada em moda Shirley Stamou.
E a influência desses segmentos da cultura contemporênea no comportamento geral é inegável.
— Esse momento é bastante influenciado pela moda, música e cinema. Todo mundo quer ter ou ser aquela mulher da foto. É natural que isso acabe se tornando uma moda, quase que um estilo de vida — diz Shirley.
Eu gosto de meninos e meninas
É preciso lembrar que, de acordo com a Psicologia Social, na sociedade existem grupos com valores diferenciados. Por isso, dependendo das características de cada setor, a bissexualidade pode ser uma experiência mais ou menos comum.
— A gente não pode pensar a sociedade como uma coisa homogênea, temos que pensar nos grupos que formam o todo — explica Rafael Raffaeli, mestre em Psicologia Social.
Um grupo onde essa tendência aparece claramente é o dos adolescentes.
— As meninas acham supertranquilo ir para a festa e beijar outras meninas. Mas isso não revela necessariamente uma vontade. Pode ser uma maneira de transgressão, uma vontade de ver como é. Querer ser como os outros. Isso não significa ou determina nada — aposta a psicóloga Shirley Stamou.
Para alguns adolescentes, transitar entre categorias sexuais parece tão natural quando mudar o cabelo.
— Ao ver tantos ícones da música e mesmo modelos reproduzindo esse comportamento, é normal que os adolescentes também queiram imitar. Principalmente entre as meninas, a bissexualidade virou uma espécie de arma de sedução. Também é uma coisa de provocação, de quebrar a regra, quase como pintar o cabelo de rosa — acredita Shirley.
Para especialistas, a natureza feminina, menos defensiva em relação à afetividade, proporciona uma liberdade na hora de experimentar diferentes formas de relacionamento, como ocorreu com Sandra**, a jornalista de Florianópolis.
— Sempre tive interesse em caras, mas de vez em quando beijava meninas. No ano passado, me surpreendi bem interessada em uma menina e pintou uma atração. Aí rolou algo mais íntimo. Me apaixonei e teria continuado com ela, mas ela não quis. Não acho que seja uma moda. Acho que, no futuro, as pessoas não vão ter que optar por serem homossexuais ou heterossexuais.
Ainda que não tão revelada, a bissexualidade entre homens também ocorre:
— A liberdade sexual entre as mulheres é maior. Mas depois que tive coragem de admitir que gostava de homens, não deixei de excluir as meninas dentre as possibilidades de relacionamento. E tenho prazer com ambos os sexos, embora as mulheres me levem menos a sério por saber que me relaciono com homem também — contou Juliano, estudante da Capital.
Há quem diga que o fenômeno bissexual seja mais intenso na capital catarinense.
— Florianópolis é uma cidade onde temos uma relação diferente, mais aberta e tranquila com a sexualidade. Aqui elas se permitem experimentar. E aí vem as descobertas. Algumas pessoas passam a se autodenominar bissexuais porque tiveram uma ou duas relações, mas nao é bem por aí — defende o sociólogo Roberto Warken.
O sexo fluído
A bissexualidade entre as mulheres não é apenas uma fase de indecisão. Pelo menos foi o que concluiu um estudo feito pela professora de Psicologia e de Estudos de Gêneros da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, Lisa Diamond, publicada no ano passado. Lisa acompanhou o comportamento sexual de um grupo de 79 mulheres que se declararam não-heterossexuais durante uma década e observou que a bissexualidade é mais uma condição estável do que um estado temporário.
— O traço de desejo não-exclusivo permaneceu lá durante esse tempo, mesmo entre as mulheres que se casaram — declarou Lisa à imprensa internacional.
A pesquisadora também sugere que a maioria das mulheres, quando expostas a determinadas circunstâncias, tem capacidade de sentir desejo por ambos os sexos. Embora o estudo seja importante por ser um dos únicos a observar o comportamento de mulheres por uma década, uma limitação foi o grupo de mulheres eleito: trata-se de uma maioria de brancas e de classe média.
Mas o resultado levantado pela pesquisa, de que a bissexualidade pode, sim, ser uma identidade sexual, não é unanimidade.
— A experiência bissexual implica estabelecer relação com ambos os sexos, mas são poucos os casos em que essa experiência se consolida como uma identidade sexual - avisa o professor da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Denilson Lopes, autor do livro O homem que amava os rapazes e outros ensaios (Ed. Aeroplano, 270 págs., R$ 30).
Laura Coutinho | laura.coutinho@diario.com.br
[Fonte]
Tendências para o cabelos em 2010

Ondas
As ondas, que reproduzem um efeito cascata, já são vistas nos cabelos das celebridadess desde a temporada passada. Por criar um aspecto natural e ao mesmo tempo glamoroso, continuarão neste verão, para nos deixar lindas como as sereias.
Como fazer?
Para reproduzir o efeito cascata, os cabeleireiros desenvolveram uma nova maneira de usar o babyliss: em vez de prender o cabelo na pinça do aparelho, o fio é que deve ser enrolado no ferro. Depois de fazer o cacho, é só desmanchar um pouco com as pontas dos dedos e fixar com o spray.
* Antes do babyliss, o cabelo deve ser amassado com mousse e secado com difusor.
* Com os cabelos bem secos, comece a aplicação do babyliss. Separe várias mechas de cabelo com cerca de dois centímetros de largura cada. Segure o aparelho com uma mão e enrole a mecha no ferro com a outra, começando com o lado próximo à raiz (a ponta do cabelo é a última a tocar no babyliss). Nesse momento, é preciso atenção para não queimar a mão. Para isso, além de habilidade, é importante escolher um aparelho com bico protetor.
* Depois de terminado o babyliss, as mechas são abertas com a ponta dos dedos, como se estivessem sendo desfiadas. Para fixar o look, aplique uma camada de spray, mantendo o frasco a cerca de 30 centímetros da cabeça.
Dica: Quem tem cabelo muito liso, fino, oleoso ou sem tintura deve usar o spray antes e depois do babyliss, para ajudar na fixação dos cachos.
Tranças
As tranças, como já citamos em posts anteriores, continuam com tudo também na estação mais quente do ano. Porém, dessa vez, nada de tranças muito apertadas e bem feitas, o momento é de descontração e fios desconectados.
Como fazer trança Embutida?
A trança embutida, também conhecida como trança de raiz, é iniciada desde o topo da cabeça ou até mesmo pela franja. Pegue a franja ou a mecha de cabelo próximo ao topo da cabeça (se desejar deixar a franja solta na frente) e divida-a em 3 partes. Inicie a trança por esta mecha. Vá pegando as mechas laterais, nas alturas seguintes, indo para o centro. Puxe pequenas mechas a cada vez que iniciar outra parte da trança. Trance sempre das laterais (ao mesmo tempo) para o centro. Trance até em baixo e finalize com um elástico de sua preferência.
Como fazer tranças modernas?
*A trança moderna pode ser feita do mesmo modo que a trança embutida. A única diferença é que as mechas devem estar mais soltas e caídas. Ou seja, à medida que você vai fazendo a trança embutida, as mechas puxadas pelas laterais devem ficar soltas. Para isso, faça a trança embutida com o cabelo erguido. Puxe-o para cima à medida que a trança embutida é feita. Para um efeito ainda mais moderno finalize e amarre a trança deixando uma boa quantidade de cabelo embaixo, não finalize só no fim do cabelo!
*Outro tipo de trança moderna pode ser realizado como um penteado. Primeiro, faça um rabo de cavalo e prenda com elástico (Dica: Enrole uma mecha do cabelo sobre o elástico para dar um bom acabamento). Faça algumas tranças finas com algumas mechas de cabelo (finas). Enrole as tranças no alto (próximo aonde o elástico foi preso) e prenda com grampos. Deixe boa parte do cabelo solto.
Topetes
Os semi-moecanos por serem leves e por valorizar o rosto da mulherada, continuam sendo tendência para os cabelos femininos, mas dessa vez, eles vêem acompanhados aos rabos de cavalo. O moicano fashion é chique, futurista e tem a vantagem de ser democrático: podendo ser feito em mulheres de cabelos lisos, crespos, compridos ou curtinhos. Vale a pena aprender a fazer.
Como fazer?
* Comece jogando spray no cabelo, para assentar os fios;
* Puxe o cabelo para traz, separando a franja;
* Prenda o cabelo num rabo de cavalo alto;
* Um pouco mais de spray;
* Separe uma mecha fina, jogue um pouco de spray nela e passe ao redor do elástico para esconde-lo;
* Use um grampo para prender a pontinha da mecha;
* Agora junte franja, puxe para cima e jogue um pouco de spray no comprimento;
* Torça as pontas e, fazendo um topete fofo, prenda a franja com um grampo no alto da cabeça;
* Coloque o grampo na direção contraria dos fios, para que ele não apareça;
* E jogue um pouco mais de spray para deixar tudo no lugar. Pronto, visual de pin up em poucos minutos.
Coque
Deixaram de ser clássicos e passaram a ser usados até no dia-a-dia em uma versão mais ousada e moderna.
Como fazer?
* Penteie o cabelo, deixando-o bem desembaraçado, agora o prenda em um rabo de cavalo baixo com um elástico transparente;
* Agora por cima do elástico coloque um prendedor mais fofinho da cor de seu cabelo, para ajudar a dar o volume da produção, caso não queira um coque gordinho pode dispensar o prendedor;
* Comece a enrolar o rabo de cavalo ao redor do prendedor de cabelo com cuidado, para respeitar bem o contorno;
* Vá prendendo o cabelo com grampos, sempre respeitando o contorno;
* Ajeite seu coque, penteando ou se quiser pode desfiar um pouco na frente também, a escolha é sua;
Acessórios
Os acessórios para os cabelos estão na moda e variam entre faixas, fivelas e tiaras…
Como usar faixas e tiaras?
* Para as mulheres de cabelos lisos e corte reto, é bom utilizar as faixas de tecido;
* Os cabelos repicados devem usar as faixas em cima do cabelo, no meio das madeixas. Ou seja, não pegue a tiara e puxe ela desde a testa até o cabelo. Coloque o acessório direto no meio dos fios;
* Para os cortes com franja, vale dois jeitos: usar a faixa com a franja presa e com ela solta. Para o primeiro estilo, basta prender todos os fios juntos no acessório. Do segundo jeito, é só colocar a faixa depois da franja, que já cria um estilo diferente;
* Os cabelos com volume devem usar o acessório do mesmo jeito que os fios lisos. Como as madeixas são mais volumosas, se você coloca na testa fica legal. Um pouco mais para trás já cria muito volume;
* Também é legal prestar atenção nas cores. A cor do cabelo deve contrastar com a tonalidade do acessório. Para o verão terá muito azul, xadrez, bolinhas, vermelho, cores mais vivas.
Fios retos
Os cabelos sem franja e com ondulação nas pontas também fazem parte do momento.
Como fazer?
* Escove todo o cabelo. Não precisa deixá-lo totalmente liso;
* Com a ajuda do baby liss, ondule apenas as pontas;
* Por fim, abra os cachos e coloque a parte da frente do cabelo atrás das orelhas.
Cabelos volumosos
O volume continuam, sejam em penteados ou no dia-a-dia…
Como fazer?
* Após lavar as madeixas, remova o excesso de umidade e espalhe um punhado de mousse (do tamanho de uma bola de tênis) em toda a cabeleira.
* Reduza o volume pela metade, caso tenha fios curtinhos.
* Em seguida, amasse bem os fios ao mesmo tempo em que seca com o difusor.
Esses cabelos serão tendências no verão. Além de fáceis de serem feitos, são lindos e deixam qualquer mulher charmosa :D
[Fonte]
Nesse verão os vestidos justos e curtos vão ser moda
Se você sempre está de olho na moda ou então nos looks das celebridades já deve ter notado que os vestidos super justos e curtos estão com tudo.
Mas esse é o tipo de tendência que para ser seguida precisa de muito cuidado.
De acordo com a personal stylist Ana Pasternak essa moda é super restrita, deve ser usada somente por quem está com tudo em cima. Como são muito justos eles marcam tudo, ainda mais se forem os vestidos-bandagem. Para quem está de bem com o corpo e resolver apostar na tendência, a dica de Ana é combinar com saltos altos. "O look fica bem com saltos mega altos, de nove a 12 centímetros."
Ela explica que a idéia é montar um look "deusa" bem sensual, para arrasar. "Se a intenção é essa, uma boa dica é colocar um vestido de tom neutro como preto, por exemplo, e combinar com um sapato de estampa de bicho". Se fizer essa opção, tome cuidado com os acessórios, use um brinco de uma pedra só, nada exagerado, para que o visual "mulher poderosa" não passe dos limites.
A personal stylist dá uma dica importante, caso você não esteja tão confortável com o seu corpo, mas gostou da tendência, é possível usar algo parecido. "Há alguns modelos que são ‘bandagem’ na parte de cima e tem a saia mais solta. Boa opção para quem tem o quadril mais largo."
Vale lembrar que o verão será de muita dualidade, então se você acha que peças muito justas e curtas não são para você, não é necessário se desesperar. "Não vão faltar também opções de peças bem soltas, o verão está para todos os gostos.", conclui Ana.
Fonte: http://vilamulher.terra.com.br/
Dicas de como usar óculos com maquiagem sem problemas

Do delinador ao destaque da sobrancelha, truques bem sacados para que este acessório não esconda sua maquiagem.
omo harmonizar óculos e maquiagem é um dilema para usuárias deste acessório. Afinal de contas, o objeto esconde cerca de 30% da maquiagem. Porém, quem os usa pode ter realçada a beleza dos olhos, principalmente.
A sobrancelha é um dos primeiros pontos a ser cuidado. Se a armação for do tipo quadrada ou retangular, é importante destacar a linha da sobrancelha, desenhando um leve ângulo com um lápis apropriado, sem deixá-la arqueada.
Um delineador ou lápis também ajudam a realçar o formato dos olhos. Mas nada muito pesado e sem naturalidade. O uso do rímel neste caso é desaconselhado. Apenas as máscaras que conferem volume aos cílios são permitidas.
Fonte: http://www.abril.com.br/
Mulheres em altos cargos
O número de mulheres em altos cargos corporativos tem mostrado uma elevação nos últimos 13 anos. Segundo levantamento recente da Catho Online, site de classificados de currículos e empregos, entre 89 mil empresas cadastradas o percentual subiu de 10,39% em 1996 para 21,43% em 2009, mostrando que mais mulheres assumiram postos de presidente e CEO.A presença feminina na vice-presidência das empresas também aumentou: de 10,82% em 1996 para 17,47% em 2009. Já o número de diretoras saltou de 11,6% para 26,29% no mesmo período.
Um exemplo desse aumento jamais imaginado há algumas décadas é a executiva Marise Barroso, 46 anos, que assumiu a presidência da Amanco Brasil no último dia 1º de julho - empresa líder no segmento de tubos e conexões na América Latina. Com 28 anos de experiência nas áreas de marketing, vendas e desenvolvimento de novos negócios, ela ocupava o posto de diretora de marketing da empresa desde 2005 e foi indicada pela Mexichem, controladora da Amanco, para o atual cargo. "Eu já era a segunda pessoa na estrutura da empresa, então foi um processo natural", diz ela. Por isso não encontrou dificuldades na nova gestão. "Houve, sim, mudanças, afinal pessoas que não se reportavam a mim passaram a fazer isso. Mas assumir a presidência não quer dizer que preciso me inteirar de tudo, pois sempre acompanhei todas as áreas", diz.
Já Sonia Hess, 53 anos, inspira-se no empreendedorismo da mãe, que fundou a Dudalina em 1947, empresa especializada em camisaria masculina, de Santa Catarina. Ela assumiu a presidência em 2002, indicada pelo conselho da empresa, hoje com 1.270 funcionários, dos quais 80% são mulheres. Até então atuava na área de marketing e produto. "Minha mãe teve 16 filhos e ainda construiu a Dudalina", diz. Por isso, ela acredita na força das mulheres e na superação das dificuldades para gerir uma empresa.
Ainda em desvantagem
Apesar do aumento da presença feminina em altos cargos das empresas, a diferença ainda é grande em comparação com os homens. Segundo a executiva Denise Damiani, responsável pela área de comunicação e alta tecnologia da Accenture América Latina, multinacional que atua no ramo de consultoria de gestão e serviços de tecnologia, o fato de as mulheres não crescerem mais que os homens no mundo corporativo não está ligado a falta de desejo, ambição ou competência. "Os homens evitam abrir espaço para as mulheres nas empresas, pois, se abrirem, a competição dobra", diz ela.
Essa percepção está baseada em sua vivência e nas pesquisas realizadas pela Accenture para entender por que poucas mulheres não conseguem evoluir na carreira. Um levantamento feito em 20 países detectou que 71% das mulheres se acham pouco desafiadas. "Isso mostra o pouco espaço aberto às mulheres nas corporações", diz.
Por outro lado, muitas empresas estão preocupadas com a perda de grandes talentos, não importa o sexo, já que investiu nesses profissionais. Por isso, nos últimos oito anos surgiu um movimento mundial nesse sentido. "Quando se tem só homens nos altos cargos, a inovação fica limitada. A diversidade traz outros pontos de vida", diz Denise, casada e mãe de filhos gêmeos, de 17 anos.
Para dar força a essa tendência, Denise lidera um comitê de iniciativas para as mulheres na empresa, que inclui encontro anual com as demais líderes e criação de uma intranet para troca de experiências. "Com isso, saímos de 3% de executivas em 2003 para 17% atualmente na empresa", diz.
Outras empresas caminham no mesmo sentido, como a UPS do Brasil, empresa de transporte e logística, presente em 200 países, que criou o Programa de Desenvolvimento de Liderança Feminina. A iniciativa tem o objetivo de criar oportunidades de desenvolvimento para as mulheres, que compõem 40% do quadro da empresa. E está dando certo, pois o grupo já conta com presidentes do sexo feminino no Brasil, Equador, República Dominicana, Peru e Bolívia.
Mulheres x gestão
Será que a gestão feminina é diferente da masculina? Para Denise Damiani, sim. "As mulheres têm muita capacidade de entendimento e outra perspectiva, já que as experiências e os interesses são outros", diz. ¿Mas existem aquelas mulheres que acham que precisam mimetizar os homens para dar certo. Prefiro acreditar no estilo de cada um."
Sonia Hess, casada e três filhos adultos, concorda e prefere não se basear nos estereótipos. "Apenas acho que os homens sejam mais gananciosos e as mulheres mais ambiciosas na gestão das empresas", diferencia. E lembra: "A maioria das empresas familiares, cerca de 60%, geralmente começou com o trabalho de uma mulher". Em sua gestão, ela vê detalhes femininos, como presentear os funcionários no fim do ano com algo diferenciado, o que não acontecia em outras gestões.
"Hoje, as corporações dirigidas por mulheres alcançam patamares maiores na cultura da empresa, na sensibilidade. Isso agrega à empresa", diz Marise Barroso, casada e uma filha, de 10 anos. "Em casa também se vê o comando da mulher. Por que não acontecer isso também nas corporações e na política? E com sucesso."
Fonte: Rosana Ferreira - Especial para Terra
Depilação pubiana
A batalha contra os pelos do corpo chegou às áreas genitais. Os jovens cada vez mais sentem que seu pelos pubianos são nojentos e nada sensuais, adotando medidas drásticas para se livrar deles. A ideia não é nova, mas os possíveis motivos por trás da tendência atual preocupam várias pessoas.Novamente, a indústria pornográfica apontou o caminho. No final dos anos 90, as primeiras estrelas pornôs começaram a aparecer com a região pubiana depilada. Na época era algo novo. Mas, atualmente, com a maioria das estrelas pornôs tendo seus pelos pubianos removidos, as mulheres com pelos pubianos naturais estão gradualmente se transformando em excentricidades em sites pornográficos. Elas aparecem aqui e acolá, é claro, mas apenas em sites fetichistas que exibem coisas como anãs e mulheres trajando látex.
Além disso, a depilação da zona íntima não é popular apenas entre as estrelas pornôs. Na Alemanha, pelo menos, as chances estão aumentando da garota ao lado também estar experimentando uma redução dos pelos pubianos.
Segundo uma pesquisa realizada pelo psicólogo Elmar Brähler, de Leipzig, e publicada na segunda-feira (13), 50% das mulheres entre 18 e 25 anos admitiram depilar seus pelos pubianos. O estudo também mostra que os homens da mesma faixa etária estão seguindo seu exemplo: um quartos deles apara ou remove os pelos.
Há não muito tempo, os homens se orgulhavam de seus pelos, independente de onde nascessem. Mas agora isso parece estar mudando. Os seguidores da mais recente tendência estão removendo grande parte de seus pelos pubianos e aparando o restante em formato de diamantes ou fazendo as chamadas "barbas de pênis". Ou talvez deixem um "N" para Natasha ou alguma outra forma de padrão decorativo.
No passado, provavelmente só se encontrariam mulheres, fisiculturistas e uma clientela masculina quase que exclusivamente gay na sala de espera de um salão de depilação. Atualmente, nenhum homem precisa se envergonhar ao pedir uma seleção padrão de tratamentos: "costas, traseiro e saco".
Os motivos por trás da tendência não são claros. Os depilados de ambos os sexos gostam de dizer que a pele nua, suave, simplesmente parece melhor e mais asseada. Além disso, eles acrescentam, o sexo é mais prazeroso quando os pelos não acabam na boca.
Mas agora até mesmo crianças e adolescentes estão se interessando na questão da remoção do pelo pubiano. Muitos não percebem que está longe de ser verdade que todos adultos fazem isso. "Eles estão convencidos de que é a única coisa a fazer", diz Gudrun Schäfer, uma educadora de uma divisão em Tübingen da organização "pro familia", que oferece vários serviços de orientação e educacionais relacionados a direitos sexuais e reprodutivos.
Schäfer sabe muito sobre essas coisas. Ela dá palestras em escolas, realiza debates em centros juvenis e fornece orientação online no site de educação sexual "Sextra", da organização. Ela descobriu que adolescentes com apenas 14 ou 15 anos, que recém-entraram na puberdade, já estão travando a batalha contra seus pelos pubianos. "E a maioria não está fazendo isso porque gosta", diz Schäfer, "mas porque sentem que o pelo pubiano é nojento e anti-higiênico".
De fato, os jovens estão tão obcecados com higiene que agora veem sua genitália como inerentemente suja. Por exemplo, diz Schäfer, é frequente encontrar garotos que aplicam loções fragrantes em seus pênis, enquanto as garotas usam obsessivamente duchas vaginais e mantêm lenços umedecidos em suas bolsas. "Isso beira uma mania de higiene", ela diz.
Toda a empolgação não é por acaso. Os jovens têm a mídia para agradecer por ensiná-los que as partes privadas normalmente peludas são praticamente tabu nos dias atuais. E estudo após estudo -a maioria deles financiado por empresas como Gillette, Philips e Wilkinson, que lucram com a tendência- essa crença é alimentada. Segundo um levantamento encomendado pela Wilkinson e realizado pela empresa de pesquisa de mercado GfK, 61,9% das mulheres querem que os homens depilem seus pelos pubianos. Sentimentos semelhantes aparentemente predominam entre os homens, como pode ser visto em outro recente estudo que concluiu: "Mulheres não depiladas têm menos chances de sexo".
Em novembro passado, Brähler apresentou números que eram consideravelmente mais espetaculares do que seus resultados atuais. Na época, um estudo que ele realizou entre estudantes universitários concluiu que 88% das mulheres e 67% dos homens depilavam suas áreas genitais. De lá para cá esses números têm circulado por toda a mídia. Mas eram baseados em uma pesquisa envolvendo apenas cerca de 300 estudantes em um hospital universitário. A nova pesquisa, por outro lado, forneceu resultados representativos pela primeira vez a partir de 2.512 entrevistados -e o percentual de homens jovens que dizem depilar seus pelos pubianos despencou de quase 70% para pouco mais de 20%.
Os especialistas estão desconcertados com o fenômeno. "Nós não podemos explicá-lo", diz Brähler dando de ombros. Nem o novo estudo apagou da memória as pessoas mais velhas. Na semana passada, o semanário conservador "Die Zeit" declarou em letras garrafais: "Depilação dos Pelos Pubianos Se Torna Necessidade de Moda para Mais da Metade da População". Mas se você acreditar no mais recente relatório, o número na verdade está mais próximo de 18,4%.
A pressão social para depilar certamente tem um efeito. As meninas adolescentes ficam mais ansiosas porque sua região genital agora está nua e mais exposta ao escrutínio. "As garotas estão muito preocupadas sobre como deve ser a aparência ali", diz Schäfer. Os lábios internos, que gradualmente se tornam mais visíveis nesta idade, frequentemente são vistos como pouco atraentes, por causa de sua aparência enrugada e saliente. Como resultado, diz Schäfer, "pessoas cada vez mais me perguntam a respeito de cirurgia".
O medo da aparência estranha não se limita apenas aos adolescentes. As mulheres adultas também temem que seus lábios, que antes ficavam quase escondidos por pelos pubianos, possam parecer grandes demais ou caídos. "As partes privadas da mulher se tornaram seu segundo rosto", diz Aglaja Stirn, diretora do Departamento de Psicossomática do Hospital Universitário J.W. Goethe de Frankfurt. E os mesmos princípios de estética são aplicados tanto ao rosto quanto à genitália. "Os lábios devem parecer jovens, proporcionais e firmes", diz Stirn.
A natureza cada vez mais exposta do debate sobre a remoção de pelos não pode ser atribuída apenas às pessoas que sucumbiram à moda. A questão é muito mais sobre a imagem que cada pessoa tem de si mesma. Não se trata apenas de moda. Tem um pouco a ver com o assunto eternamente sensível do relacionamento do homem com seu mamífero interior.
Há milhares de anos, o pelo do corpo é visto como um legado dos tempos pré-históricos e como uma expressão das tendências animais e altamente libidinosas do Homo sapiens. E, por tanto tempo, o homem se sente compelido a aparar cuidadosamente seu crescimento excessivo de pelos. Para muitas culturas, aparar ou remover os pelos pubianos faz parte da vida.
Mas ainda não conseguimos remover completamente os pelos do corpo. Na verdade, a existência de pelos nas áreas do corpo onde ainda permanecem tem um motivo evolucionário. Por exemplo, ter pelos na virilha e na axila impede o atrito da pele. Ao mesmo tempo, também refresca o corpo, ao ajudar o suor a evaporar e, se os biólogos estiverem corretos, serve como meio de atrair parceiros românticos geneticamente adequados, ao produzir odores particulares.
O novo aspecto do atual movimento de remoção de pelos é que está se espalhando na mesma proporção que as roupas encolhem. A remoção de pelos nas pernas e axilas começou décadas atrás, e agora a região genital é a próxima.
Alguns psicanalistas suspeitam que, por trás do desejo de depilar os pelos pubianos, há um desejo secreto de parecer inofensiva, imatura e infantil, para não afugentar parceiros potenciais. Isso pode ter algo a ver com a tendência das estrelas pop de cultivar a aparência de meninas. Mas os joelhos voltados para dentro e o rosto inocente de Bambi que usam nas sessões de fotos não dão apenas uma aparência infantil a estas mulheres. Elas também parecem um pouco sexualmente reprimidas -e um pouco sem-vergonha.
Isso significa que meia geração está recuando de uma vida sexual adulta? É precisamente o oposto, diz Brähler: "Talvez a mulher de hoje esteja tão autoconfiante que pode arcar em expor seus encantos sem escondê-los".
O que mais forte vai contra o apelo desta nova tendência é o grande trabalho que a acompanha. Mesmo os maiores escravos da moda podem se cansar de usar uma lâmina de depilação a cada dois dias ou ter seus pelos depilados a cada poucas semanas com cera ou outros aparelhos. Com nomes como "Cleanskin" ou "Hairfree", novas redes de lojas que prometem suavidade duradoura surgiram para ajudar a atender a essa clientela. A Hairfree, por exemplo, usa laser para cauterizar as raízes dos pelos. E há muitos dermatologistas que ficam felizes em ganhar toda essa receita extra gerada pelos seus caros raios.
É claro que são necessários para cada região da pele pelo menos oito tratamentos, aplicados no intervalo de várias semanas. Para pessoas abençoadas com um peito peludo como Sean Connory, o processo poderia durar quase dois anos. Isso porque cada pelo passa por várias fases de crescimento, e em cada caso o tratamento deve ser aplicado durante a fase certa. Isso aumenta os preços. Na Cleanskin, por exemplo, um único tratamento nas costas custa entre 200 e 300 euros, dependendo da densidade de pelos da pessoa.
Mas o custo não afasta os clientes, e o número de pessoas em busca da remoção permanente está crescendo rapidamente. "Às vezes os pais trazem seus filhos", diz Ossi Casmir, o gerente de uma franquia da Cleanskin na cidade alemã de Wiesbaden, no sudoeste do país. "Eles pedem pela sua primeira remoção de pelos como presente pelo aniversário de 18 anos -como antes costumavam pedir pela carteira de motorista."
Mas mesmo com soluções de alta tecnologia, os clientes não têm como evitar a dor. Durante a remoção de pelos por laser, há uma sensação de beliscão a cada pelo removido -quanto mais espesso e escuro o pelo, mais desconfortável é sua remoção. "Pelo facial frequentemente é o mais difícil", diz Anita Ruppenthal, da Laderma, uma clínica de remoção de pelos com laser em Frankfurt. "Às vezes as pessoas chegam a pular da cadeira."
A idéia de ter o pelo facial removido pode parecer estranho para algumas pessoas. Mas o fato é que mais e mais homens estão procurando isso. "São principalmente banqueiros e outros profissionais que usam terno para trabalhar", diz Anita Ruppenthal, da Laderma. No caso deles, pelo menos, a motivação é relativamente simples. "Eles não querem perder tanto tempo se barbeando pela manhã."
Fonte: 24horasnews.com.br Tradução: George El Khouri Andolfato
Flores dão o toque delicado na moda inverno
Em estampas ou apliques, a flor alegra vestidos, parkas, coletes, blusas e sobreposições: energia à temporada. A sobriedade da estação ganha vida com a recriação de belos jardins em estampas e apliques nas roupas femininas. Em alta em vestidos, blusas, parkas, coletes, túnicas, camisas e acessórios, a flor dá um toque delicado e alegre à produção. “A estampa florida injeta jovialidade ao visual. As mulheres adoram, ainda mais no Brasil, cujo Inverno não é muito rigoroso. Para quebrar o clima, vale a aposta nas sobreposições florais com jaquetinhas de couro, echarpes, cacharel, jeans, leggings, botas e sapatos que divertem a proposta”, diz Eunice Salaar, da loja que leva seu nome.
Na cartela de cores, destaque para tons quentes como roxo, pink, verde e vermelho, que “elevam” a temperatura e dão personalidade ao tema. “Os tons sóbrios também ganham vida misturadas às cores vibrantes. Cores neutras em sobreposições ou cachecóis garantem um ar elegante ao look. As pessoas até saem de casa mais felizes quando usam alguma estampa floral”, diz Thais Grau da Silveira, proprietária da Vermelho Pimenta.
As flores aparecem também em aplicações nas roupas, em broches e em acessórios. A ampla variedade do motivo pode ser constatada em tecidos como algodão, cetim, seda e veludo. Há muita referência vintage com o uso de flores aplicadas nas roupas. Isso transporta para os nossos dias peças com cara de “antiguinhas”. Babadinhos, lacinhos e fitinhas são companheiros indispensáveis para reforçar a intenção romântica e garantir a delicadeza em todos os detalhes. Quem segue um estilo mais moderno não precisa abrir mão do romantismo. “Flores estilizadas, em tamanhos grandes, ou aplicadas sobre jeans e tecidos mais grossos, unem a delicadeza do passado à praticidade do contemporâneo”, completa Noeme Gomes de Barros Beray, da loja que leva seu nome. As roupas básicas também estão atualizadas pelas flores, que ganham tons fortes e produzem grande impacto visual, principalmente nos coletes, nos casacos e nas parkas.
Fonte: Cosmo.com.br
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