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10 Árvores de Natal para fazer em casa de Material Reciclado

Árvore de Natal de Garrafas PET


10 Árvores de Natal para fazer em casa de Material Reciclado, encontrei essa materia no site Vida Sustentável, adorei e postei aquI!

Deixe sua casa mais ecológico



Dicas para deixar o seu lar mais econômico e ecológico
Pequenas trocas podem fazer você gastar menos e, de quebra, ajudar o planeta

Com as novas tecnologias e a consciência ecológica a pleno vapor, não é de admirar que muitos produtos da construção civil estejam sendo confeccionados com materiais reciclados e duas vertentes fortes servem como referência: os pós-industriais e os de origem pós-consumo. O primeiro caso é referente aos produtos produzidos em escala industrial já visando a questão ecológica tão em voga hoje em dia, e no segundo caso, o reaproveitamento de elementos da construção em desuso.



Confira alguns exemplos destes elementos e as suas aplicações.

Lâmpadas fluorescentes compactas
São a solução mais simples para começar a economizar energia e contribuir para a onda verde dentro de casa. De acordo com os sites dos fabricantes, essas lâmapadas, disponíveis em qualquer supermercado, usam até 70% menos de energia quando comparadas às comuns.

Pisos

A desvatangem, entretanto, é que elas podem custar até cinco vezes mais que a concorrente simples (em grandes redes, a média de preço é de R$ 2,19 para as incandescentes e R$ 11,35 para as fluorescentes). O melhor, neste caso, segundo dicas do site da Associação Americana dos Corretores de Imóveis, é trocar as lâmpadas da casa aos poucos, dando preferência para as áreas de maior uso. De acordo com a associação, além de ecologicamente correta, a troca pode gerar uma economia de até 30% na conta de luz.

Para os pisos
A madeira ganhou um ar de ecológica, mas ao mesmo tempo carrega o estigma do desmatamento, mesmo com o reflorestamento. O tempo que uma árvore leva para atingir o tamanho de corte é muito elevado. O carvalho, árvore muito apreciada e considerada nobre, leva até 120 anos para atingir o amadurecimento ideal. Uma alternativa é o uso de pisos de bambu e cortiça, que se assemelham muito com a madeira. O rápido crescimento destes materiais alternativas (entre quatro e seis anos para o bambu se regenerar e nove anos para as plantas que geram a cortiça) apresentam um valor ecológico muito grande, até mesmo por que ambos não requerem produtos tóxicos e produzem menos vapores nocivos à atmosfera para a sua instalação. Dentro de uma cadeia de vantagens, esses materiais são mais baratos, mesmo com as milhares de variedades dos dois.

Pisos

Mas as desvantagens estão presentes. Estes pisos são suscetíveis, podem sofrer descoloração em virtude da luz ultravioleta e, em alguns casos, é necessário limpar com produtos específicos para não danificar o chão ecológico.

Quem não estiver certo desta alternativa e ainda quer ser ecologicamente correto com piso de madeira pode optar por assoalhos de madeira industrializada ou de produção mecânica. Esses compostos de camadas de madeira (na maioria) recicladas são mais baratos e o seu processo de produção não agride tanto a natureza. Claro que a durabilidade não é muito forte, e com o tempo lascas e rachaduras podem começar a aparecer, principalmente devido ao grande tráfego de pessoas.

Como ter água ecologicamente quente?
Uma das maiores preocupações para as próximas gerações é a água. Muitos comerciais de ONGS e de instituições públicas alertam sobre o problema que a falta d’água irá causar em pouco tempo. Armazenar tudo em tanques é ecologicamente correto então? Os aquecedores de água sem tanque conseguem produzir calor apenas quando uma torneira está aberta. Os modelos elétricos ou a gás atendem a qualquer tamanho de residência e evitam que muita água fique parada de maneira desnecessária em tanques. A opção de um aquecedor ligado apenas ao chuveiro ou à máquina de lavar louça existe também e representa mais economia. Mais economia na conta (de água, de luz ou gás), menos possibilidade de doenças com água mal armazenada em tanques e menos riscos de vazamentos. Uma solução ecológica, prática e econômica.

Aquecedor

Até a descarga sanitária entra na onda
Para deixar sua casa mais verde, aproveite e troque o sistema de descarga do vaso sanitário. Introduzida no Braisl pelo Grupo Roca, a EcoFlush é composta de um sistema de acionamento duplo: uma fase libera três litros de água, a outra, seis litros. A escolha é feita pelo usuário, que acionará um maior o menor volume de água conforme sua necessidade. Conforme material de divulgação do Grupo Roca, enquanto a EcoFlush gasta apenas entre 3 e seis livtros, as descargas normais podem gastar entre 6,8 litros e 18 litros, dependendo do modelo.

Descarga ecológica

Tecnologia de ponta nas janelas
Aproveitar a luz natural é o principal objetivo das chamadas janelas inteligentes. O baixo consumo energético é objeto de pesquisa para muitas empresas de tecnologia e essa é uma das tendências pesquisadas. Funciona assim: o consumidor quer bloquear a luz na sua sala ou apenas uma parte dela. Para tal bastaria apenas acionar um dispositivo que fecha automaticamente as janelas de acordo com o interesse de quem acionou. Com essa atitude seria possível gastar menos luz elétrica, compensar a temperatura interna da residência e evitar o uso abusivo do ar-condicionado, um dos vilões do meio ambiente.

Ainda longe da realidade brasileira (salvo apenas para quem tem muito dinheiro), a outra opção é usar janelas maiores e colocadas de tal maneira que permitam que o ar circule por todos os cômodos da casa. A luz do dia, quando bem aproveitada, evita o consumo de energia desnecessário por parte de luminárias. Caso as janelas não permitam tal luminosidade ou circulação de ar, vale consultar um arquiteto ou um engenheiro para encontrar uma maneira mais eficaz de remodelar a disposição das janelas em toda a residência.

[Fonte]

Achocolatado orgânico



Já temos achocolatado orgânico, o Toddy orgânico é um dos produtos industrializados mais ecológico no brasil. Para começar 100% de cacau e açúcar orgânicos certificados.


Veja as descrições:

  • Uso de material 100% reciclado para a produção de rótulos (75% a 80% pré-consumo e 25% a 30% pós-consumo);

  • Uso de matéria-prima certificada pelo FSC – Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, para produção do rótulo do produto;

  • Menor emissão de gases de efeito estufa;

  • Eliminação do uso de queimadas para colheita da cana-de-açúcar utilizada para produção de Toddy Orgânico;








Cabide ecológico



O designer Xuan Yu resolveu dois problemas de um vez só, dar reuso as garrafas Pet e ainda fazer um cabide que não amasse tanto as roupas, barbaro.





[Fonte]

Conheça o Jeans que não precisa lavar

A urgência em economizar água fez brotar uma alternativa que deve movimentar o mercado da moda: o jeans que não é lavado nem precisa passar. A novidade foi apresentada em uma feira sobre sustentabilidade, em Berlim, no ano passado, e inspirou a empresária mineira Jandira Barone, da Tristar, que estava no evento alemão.

De volta ao Brasil, Jandira criou o jeans que fica limpo apenas no processo de congelamento, no freezer caseiro. A peça será vendida junto com uma sacolinha com vedação, própria para temperaturas baixas. Doze horas dentro do freezer são suficientes para matar as bactérias e tirar o cheiro de uso, mas o ideal é deixar o dobro deste tempo.

“Nossa preocupação é prioritariamente com a ecologia. Vai economizar água, sabão e energia para passar”, diz Jandira, lembrando que o freezer já fica ligado à geladeira mesmo.

A empresária explica que as peças são orgânicas – algodão, fibras e tingimentos que não levam agrotóxicos em nenhuma das etapas – da matéria- prima à calça jeans pronta. Mas não poderia ser totalmente fashion se não apelasse para o que há de mais disputado nessa área: a exclusividade. “À medida que vai congelando e descongelando, o tecido amacia e a calça fica com o formato do corpo da pessoa”, defende Jandira.

Da mesma forma, se algo respingar na peça, o resfriamento fará com que a mancha seja incorporada ao modelo, tornando-o mais pessoal ainda. “Os consumidores não compram calças puídas, detonadas, manchadas? O conceito é o mesmo, só que será um detalhe produzido pelo próprio usuário”, diz.

Mas se o líquido derramado na roupa for, por exemplo, graxa ou gordura e a pessoa quiser lavar, não há nenhum problema em usar água e sabão. A diferença é que a lavagem muda um pouco o formato da peça, característica que o congelamento mantém. Calças e shorts jeans com embalagens para o freezer são as primeiras unidades que a Tristar vai lançar com sua própria marca.

Há 35 anos no mercado, a fábrica, do Rio de Janeiro, abastece grifes como Animale, Espaço Fashion, Enjoy, Checklist, Ecletic e Botswana. A comercialização será feita a partir de abril, através de consultoras de vendas, do tipo das que vendem de porta em porta, e também em lojas multimarcas. Jandira ainda não definiu o preço, mas acredita que as lojas devem fixar algo em torno de R$ 300 para as calças, que são dupla face. Além de não precisar lavar, é só virar pelo avesso para usar a mesma roupa como se fosse outra. Isso é que é otimizar.

[Fonte]

Mudança climática se combate em casa

A luta contra a mudança climática começa em casa e nos apartamentos, onde são consumidos 41% da energia da União Europeia (UE) e onde podem ser economizados, em cada um deles, até 11,2 toneladas de emissões de dióxido de carbono (CO2) anuais.
O respeito ao meio ambiente e à saúde de um de seus filhos é o que impulsionou há um ano a família Schav a se mudar para o município de Stenlose, a cerca de 30 quilômetros de Copenhague, onde construiu uma casa com um nível de emissões de CO2 muito baixo.

O bairro de Egernhauen, no município de Stenlose (Dinamarca), tem em perspectiva um total de 750 casas (agora há 350 construídas) distribuídas em uma superfície de 76 hectares.

Sua particularidade está no fato de que desde 2003 só podem ser construídas casas com um consumo máximo anual para calefação e água quente de 35 quilowatts por hora.

E não é só isso. Devem ter um mínimo de três metros quadrados de painéis solares, coletar a água limpa da chuva para sanitários e máquinas de lavar pratos, não podem utilizar em sua construção nem PVC nem conglomerado e devem ser construídas com requisitos de isolamento que superam inclusive os utilizados no resto da Dinamarca.

Deve ter, ainda, um sistema de ventilação que permita a renovação total do ar a cada duas horas, ar reutilizável em 95% e deve ter um sistema de calefação radiante aquecido com gás natural.

Por isso, a senhora Schav e seu marido decidiram gastar 450 mil coroas dinamarquesas (60 mil euros) para construir uma casa de 125 metros quadrados neste município ecológico e melhorar sua qualidade de vida.

"A mudança foi uma experiência extremamente positiva. Fizemos algo bom para o meio ambiente e minha vida social melhorou sensivelmente ao viver em um bairro tão pequeno", disse a senhora Schav a um grupo de jornalistas que a visitaram.

Além disso, a asma que um de seus filhos sofria melhorou graças, segundo ela, à bomba que possibilita a renovação a cada duas horas do ar no interior da casa.

A casa tem uma grande luminosidade, apesar do carregado e cinzento céu dos arredores de Copenhague, graças a suas enormes janelas protegidas por um triplo vidro isolante.

Em uma das paredes da sala de sua casa, a senhora Schav tem uma tela de comando com a qual controla todos os detalhes de consumo: a quantidade de luz, a água de chuva coletada para os sanitários, a temperatura ambiente, a do interior, etc.

A construção de uma casa como a da senhora Schav custa entre 5% e 10% a mais, mas o que se gasta de mais é recuperado em poucos anos graças ao menor consumo energético.

Em conjunto, as casas do bairro de Stenlose economizam ao meio ambiente 630 toneladas de C02, equivalentes a 400 mil litros de petróleo e, comparadas com os edifícios convencionais, economizam 22 mil metros cúbicos de água por ano, 58 toneladas de PVC e 200 toneladas de conglomerado de madeira.

Uma casa deste tipo (isolada com 125 metros quadrados) gasta em calefação 800 euros anuais. Em uma casa normal, a quantidade é mais que o dobro, segundo cálculos da Rockwooll, empresa líder do setor de isolamento.

Stenlose é o município pioneiro na Dinamarca neste tipo de construção ambiental. Mas a partir do ano que vem, outros 52 em todo o país terão o objetivo de reduzir sua perda energética e moderar o consumo.

O objetivo é, segundo Eelco van Heel, diretor-geral da empresa, não gastar mais que o necessário "porque o quilowatt que não é gasto é a melhor economia que alguém pode fazer à mudança climática".

Em Copenhague, a luta contra a mudança climática tem outra imagem: a dos ciclistas.

Segundo números proporcionados por Jens Loft Rasmussen, diretor da Federação Dinamarquesa de Ciclismo, em 2008 37% dos cidadãos utilizaram a bicicleta para se locomover pela cidade, em uma média de entre 3 e 4 quilômetros diários.

Rasmussen reconheceu que o objetivo ambiental não é o único que movimenta o cidadão de Copenhague para se locomover em bicicleta: no centro da cidade a opção é mais rápida que o carro nos trajetos curtos e tem um importante efeito benéfico para a saúde.

Segundo cálculos da federação, deixar o carro em casa e fazer um deslocamento de dez quilômetros significa uma economia ao ano para o meio ambiente de 80 mil toneladas de CO2. EFE lab/pd

[Fonte]

Absorventes Ecológicos

Resolvi escrever sobre esta tema que é um pouco "polêmico". Quando falamos em produtos sustentáveis, estamos falando de produtos que causam o mínimo possível de impacto com meio ambiente. Porém é necessário analisar tudo, desde a matéria-prima utilizada na fabricação até o transporte que é utilizado para que o mesmo chegue até o consumidor final.
Falando em produtos que são muito prejudiciais para natureza, sempre penso no absorvente higiênico, um ítem que confesso, ainda não consegui substituir pelo ecológico...
Tenho lido muito à respeito, e achei diversos sites que já comercializam uma versão ecológica de absorvente, e outro site ensina até como fazê-los em casa!

Segundo o site Vox, cada mulher que usa absorventes descartáveis, joga fora algo em torno de dez mil a quinze mil produtos menstruais durante a sua vida fértil. Isso é o equivalente a dezessete carrinhos de supermercado cheios.

A maioria dos absorventes é embalada individualmente, e com plástico, sendo que a embalagem também vai para o lixo. Dependendo do modelo, um absorvente pode levar até cem anos para se decompor totalmente. Isso soa como um crime para os ambientalistas, que acreditam que o uso sustentável de recursos significa reduzir a porção de cada recurso utilizado, reutilizar o que pudermos e reciclar como última alternativa.
Aqui neste Blog tem uma matéria bem legal sobre absorventes ecológicos, vale a pena conferir, fala sobre absorvente de pano e um outro que é tipo um copinho coletador:

"O Mooncup tem uma capacidade de 30 ml, aproximadamente um terço de todo o fluxo produzido durante uma menstruação, pelo qual é provável que seja necessário mudá-lo com menos frequência do que os tampões. Além disso e porque o Mooncup é naturalmente reutilizável, não é preciso preocupar-se com o fato de ter que levar tampões para todo o lado e assim contribuirá para a preservação do ambiente. "

Achei neste site um passo a passo ensinando a fazer os absorventes de pano, e neste site tem muitas outras dicas "verdes".

Você sabia que um absorvente pode levar até 100 anos para se decompor na natureza?



[Fonte]

A Beleza orgânica


O aumento da demanda mundial por produtos naturais e que respeitam o meio ambiente têm motivado muitas empresas a investirem na fabricação de cosméticos orgânicos, sem substâncias derivadas de petróleo, sem química sintética ou de origem animal.
No Brasil, algumas fabricantes já perceberam esta tendência e saíram na frente. Apesar de ainda tímido, especialistas acreditam que este movimento se reproduzirá rapidamente repetindo o fenômeno ocorrido fora do país, em mercados mais maduros na oferta de cosméticos orgânicos, como na Europa, por exemplo.


Um dos fortes atrativos dos orgânicos é a produção ecologicamente correta. Seus fabricantes assumem publicamente o compromisso de não fazer testes em animais nem usar espécies de frutas ou flores em extinção. As pessoas que procuram os cosméticos orgânicos também buscam mais qualidade de vida. Produtos naturais são benéficos à saúde da pele, pois tudo o que é usado sob o corpo é absorvido pela corrente sangüínea. Quem faz esta opção geralmente tem uma sintonia maior com o próprio corpo e com o meio ambiente.

Cupuaçu, buriti, andiroba, alecrim, lavanda, flores de calêndula, limão, laranja, gerânio, rosas e alfazema são alguns dos ingredientes de loções e cremes hidratantes, sabonetes, óleos hidratantes, repelentes e desodorantes corporais.
A preocupação com a defesa do meio ambiente e com a conscientização dos consumidores para a utilização de produtos naturais e orgânicos chega também a embalagem. Os potes de vários produtos são biodegradáveis

A tendência mundial é que os cosméticos caminhem em direção ao natural e orgânico pois esse segmento está crescendo com força.
- Geovana Pagel - Fala Brasil -
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E você, tem essa preocupação?

Fonte: http://eco-acao.blogspot.com/