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10 Árvores de Natal para fazer em casa de Material Reciclado

Árvore de Natal de Garrafas PET


10 Árvores de Natal para fazer em casa de Material Reciclado, encontrei essa materia no site Vida Sustentável, adorei e postei aquI!

Dicas para economizar na hora de comprar


Apesar das mulheres serem mais responsáveis na finança do que os homens, é muito difícil encontrar uma que nunca tenha ido à um shopping apenas para passear, pois está com pouco dinheiro, entretanto, perante a um produto lindo de uma vitrine, não resiste e fala para ela mesma ou para as amigas a frase: “Quer saber? Eu mereço!!!”. Cuidado! Essa frase pode ser uma grande ameaça à sua vida financeira.

Não estou aqui para questionar se as mulheres merecem ou não comprar esses produtos; tenho certeza que todas merecem o melhor. Também compreendo a necessidade de adquirir roupas bonitas, produtos de beleza e até mesmo acessórios para se destacar no mundo atual. Contudo, esses gastos devem ser feitos dentro dos planejamentos financeiros, senão, o merecer de hoje se tornará a necessidade de abdicar de outros sonhos futuros.

Assim, para resistir à tentação de uma peça da moda ou do sapato maravilhoso que serviu certinho no seu pé é preciso visualizar que, resistir agora significará colher frutos maiores no futuro, quando você poderá falar o “Eu mereço!” sem culpa e sem colocar em risco seu equilíbrio financeira em risco.

Tenha sempre em mente que: uma compra compulsiva pode levar ao endividamento no cheque especial ou no cartão de crédito, que se tornará uma ‘bola de neve’, transformando sua vida financeira num inferno. Por isso, crie o costume de planejar, analisando seus gastos diários, e estabelecendo seus objetivos e sonhos que deseja atingir, isso fará com que você tenha maior força de vontade na hora de resistir às tentações do consumo e possibilitará a você o início da ação de poupar.

Sempre dou algumas dicas para as mulheres:

• Antes de comprar qualquer produto ou serviço é preciso saber se o que vai gastar está em seu orçamento financeiro do mês;
• Antes de comprar faça a seguinte pergunta: Este produto ou serviço que estou pretendendo comprar, realmente é necessário? O que ele irá agregar de valor em minha vida? Se a resposta for não vire as costas e deixe para outro momento;
• Ao ter certeza que realmente esta certa sobre a compra é necessário o descritivo correto do que quer e pesquisar na internet e em pelo menos três lojas, perguntando quanto custa o produto a vista?;
• A compra a vista é a melhor opção, isto porque poderá pedir descontos, assim, sempre tenha uma reserva financeira;
• Procure ser sempre simpática com o vendedor e gerente de onde vai comprar, a timidez tem que ser deixada de lado, elogiar a loja, os funcionários da loja é uma boa estratégia para conseguir mais descontos;
• Se estiver em duvida, deixe a compra para outro dia, isso fará com que você avalie melhor a real importância dessa compra, é muito comum isto acontecer de repensar e descobrir que não queria realmente o produto;
• Caso não tenha dinheiro para comprar evite entrar nas lojas e que nunca experimente o produto, na esperança que ele fique feio, possivelmente ficará maravilhoso e daí o crédito fácil vai falar mais auto e o endividamento se iniciará;
• Procure fazer um inventario, de todos produtos que tem em sua casa, sapatos, bolsas, jóias entre outros, você verá que tem muita coisa que é ótimo mas não é utilizado;
• Lembrar de fazer sempre uma lista de produtos antes de ir ao supermercado evite de ir com fome e também com crianças pequenas;
• Controle também o dinheiro que é destinado para as despesas do lar, em pequenas quantias guardadas conquistará produtos que deseja.

Sei que parece difícil resistir, mas garanto: um pouco de sacrifício hoje pode garantir muitas alegrias no futuro.

Reinaldo Domingos - Educador e Terapeuta financeiro. Também é autor do livro “Terapia Financeira” - (Editora Gente), e criador da Metodologia DiSOP – Educação Financeira - Presidente do DiSOP Instituto de Educação Financeira

Por Reinaldo Domingos
[Fonte]

Confira dicas para ser uma boa líder


O papel do líder consiste na forma em transmitir a sua capacidade de influência sobre as pessoas. Na atualidade, esse é um tema bastante explorado. Ser ou formar líderes não é uma das tarefas mais fáceis, o bom líder deve ter paciência, respeito, compromisso e serenidade. Todos esses requisitos são fundamentais para que a sua gestão obtenha sucesso. Não há um modelo ou um estereótipo a seguir, para ser um bom líder porém, requer sagacidade, as decisões devem ser tomadas apenas após serem bem analisadas e ter perseverança nos projetos atuais e ou futuros.

A motivação também é parte integrante de uma boa liderança afinal, funcionários motivados rendem mais, demonstram satisfação e prazer no trabalho que executam e assim, ajudam no sucesso da empresa.


Enxergar além do que se vê é um fator importante, são várias as maneiras de liderar, como a técnica “coaching” que é muito conhecida e utilizada nas organizações. Tem como essência ajudar a serem dados os primeiros passos para que depois possa caminhar sozinho, aprendendo com experiências que irão treinar ao máximo o seu potencial e suas forças, guiando-as para a direção correta.

O reconhecimento deve ser sempre feito aos funcionários mesmo quando uma determinada situação falhou. As pessoas se empenham para obter um resultado positivo e isso é um motivo de reconhecimento, o esforço para algo dar certo.

Aprenda a ouvir o que a equipe tem a dizer, na maioria das vezes, você pode fazer um balanço de tudo que foi ouvido e mudar, ou ter a opinião de algo que possa manter. E ainda mais, você pode prever possíveis oportunidades ou ameaças que estão por vir e tomar as medidas corretas o quanto antes.

Nas micro e pequenas empresas a liderança é primordial, por existirem grupos menores, a atenção deverá ser redobrada e a dedicação feita a cada dia. E assim, o caminho para tornar-se um bom líder será mais fácil.

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Dinheiro é o principal motivo de briga entre casais


Mesmo quando as finanças vão bem, dinheiro é o principal motivo de briga entre casais. Se as contas andam apertadas, então, o terreno é propício para que ambos descontem suas ansiedades um no outro. Mas, com um pouquinho de esforço, dá pra lidar com essa parte chata da vida a dois e barrar as brigas antes mesmo que elas comecem. Em primeiro lugar, é importante que o casal fale a mesma língua quando se trata de dinheiro (na próxima página, montamos um teste para vocês avaliarem se estão mesmo alinhados). Pesquisa mundial feita recentemente mostrou que 72% dos casais se preocupam com os gastos do parceiro. Se um se sacrifica para economizar, e o outro torra a grana, problemas à vista.


Quando o orçamento está curto, conversar com frequência sobre o assunto é uma boa saída para você sentir que está no controle da situação. Só fique esperto para bater este papo no momento certo. “Nunca tente conversar se você estiver muito estressado com suas contas”, sugere o consultor financeiro Jill Gianola. Em vez disso, procure uma hora em que os dois estejam calmos e sem distração.

É importante que o casal esteja alinhado nas decisões de com o quê gastar, como economizar e quanto investir. Se apenas um exerce controle sobre as finanças, o outro pode acabar se sentindo excluído e impotente. É bacana que vocês decidam juntos quem paga o quê – e como. A renda de vocês é unificada ou cada um tem sua conta separada no banco? Vocês consultam um ao outro antes de fazer uma aquisição que comprometa o orçamento da casa? Quem é o responsável pelas contas? Se vocês estão se entendendo do jeito que está, ótimo. Mas, de qualquer forma, a regra de ouro pra não rolar estresse é não esconder do parceiro nenhum tipo de gasto.

Brigas sobre dinheiro são um dos principais motivos que levam um casal ao divórcio. Se você e seu companheiro não conseguem falar sobre o assunto sem que isso vire um pé de guerra, e isso está colocando seu relacionamento em risco, pense em procurar ajuda. Um consultor financeiro pode dar dicas de como administrar as finanças, enquanto uma terapia de casal pode ajudar os dois a resolverem certas diferenças. O segredo é conversar, ter comprometimento e não culpar o outro por fatores que estão fora de seu controle. Pensamento positivo: se vocês souberem lidar com problemas financeiros, isso significa que terão jogo de cintura para enfrentar outras situações difíceis – e sairão dessa fortalecidos.

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Dicas para economizar seus Cosméticos

1 - Use seus batons até o final: pegue os batons que estiverem no restinho, derreta tudo em banho maria, misture todos e coloque num potinho com tampa. Você terá uma cor única!

2 - Para conservar seus pincéis, lave-os semanalmente ou quando achar necessário. Use sempre shampoo de bebê ou um daqueles 2 em 1, enxágüe bem, coloque as cerdas no lugar e deixe-os secar horizontalmente sobre uma toalha. Não utilize o secador, porque isso pode estragá-los!

3 - Limpe suas escovas de cabelo pelo menos uma vez por semana. Retire os fios e lave com sabonete neutro. Utilize uma escova de dentes pra limpar direitinho, e deixe secar ao sol,.


4 - Para evitar que haja a transmissão de fungos e bactérias entre os membros de sua família, opte por ter alicates, cortadores de unha e lâminas de barbear individuais. E limpe tudo com álcool 70º, antes e depois de usar. Seque os aparelhos muito bem, pra evitar ferrugem.

5 - Não deixe perfumes e cosméticos no banheiro, especialmente na janela. O calor e a umidade podem alterar a qualidade dos cosméticos.



6 - Tampe bem seus cremes, e utilize uma espátula para retirar a quantidade que precisa. Nossos dedos levam bactérias e fungos que podem contaminar os cremes.

7 - Cremes para a área dos olhos têm sua ação potencializada se estiverem geladinhos, guarde-os na geladeira, principalmente os manipulados. Água termal também. (Ligue para o SAC do fabricante antes e pergunte se não há nenhum problema).

8 - Não deixe de lavar as mãos antes de aplicar qualquer produto cosmético!


9 - Após o uso de cosméticos, deve-se tampar novamente o produto para evitar a perda da fragrância e a entrada de umidade, que pode carregar para dentro do produto microrganismos causadores de contaminação, e até deixar com cheiro fétido em alguns casos.

10 - A eficácia de qualquer tratamento cosmético também depende da forma como o produto é acondicionado. Os cosméticos são suscetíveis à ação do sol, por isso a maioria das embalagens são opacas. E é por essa razão que, pasmem!, o protetor solar não deve ser levado para a praia para tomar banho de sol com a dona... Se você fizer questão, deixe-o sempre à sombra e sob ventilação. E atenção para as mulheres prevenidas, que valem por duas: o porta-luvas do carro não é necessaire. Ali dentro o produto atinge temperaturas superiores a 50°C, e assim o seu cosmético não terá nem metade de sua eficácia...



11 - Ao invés de ficar carregando seu kit básico para cima e para baixo no carro ou na bolsa, o melhor é ter uma necessaire completa em casa e várias outras uma com o basicão no trabalho, na bolsa da academia (que não vai ficar jogada no porta-malas do carro), na casa do boyfriend, na bolsa de viagem, etc. Isso, sim, é ser prevenida! Estar sempre "líndia e xerósia" tem seu preço, mas também tem seus ótimos resultados!

12 - compre produtos próprios para viagem. Evite fracionar seus cosméticos porque a embalagem que você tem em casa pode contaminar o produto, e você nunca saberá qual o verdadeiro prazo de validade do seu cosmético. Por isso, opte mesmo pelos produtos pocket ou amostras grátis para manter à tiracolo.

13 - nada contra a interação social e o espírito de amizade, mas emprestar batom e máscara para os cílios não é aconselhado porque cada pessoa tem a sua flora natural. Se o vocabulário foi difícil, a pergunta interativa (à la @realwbonner) ajudará a entender melhor: "quem empresta a escova de dentes para todas as amigas experimentarem diga EU."

Fonte: http://www.trendytwins.com.br/

Na Europa as novelas contribuem para endividamento das famílias



Copiar modelos de vida da ficção prejudica contas das famílias, diz economista,
que explicou a técnicos e beneficiários do RSI como poupar nas despesas domésticas

As actividades no âmbito do Dia para a Erradicação da Pobreza continuaram hoje em Coimbra, com uma acção de formação em Economia Doméstica pelo professor e economista Óscar Bernardes, destinada a técnicos e beneficiários do Rendimento Social de Inserção.


O especialista apontou vários factores para o endividamento das famílias, entre eles, as telenovelas, que estabelecem um padrão de vida que os portugueses tentam imitar, apesar de não terem possibilidades económicas para tal. As personagens, mesmo que tenham um início humilde e com um padrão de vida real, acabam por seguir um percurso de felicidade.


De acordo com o professor do Instituto Superior de Paços de Brandão, nas telenovelas «toda a gente tem cavalo, criadas não faltam, há adolescentes com motorista, que são donos de bar e de escola, um faz motorcrosse, os quartos são fantásticos e há 'n' portáteis, e não há ninguém que tenha que pagar prestações, que viva num bairro e tenha uma vida miservável».


Em contrapartida, acrescenta Óscar Bernardes, «as pessoas que têm uma vida horrível e que começam a identificar-se com a personagem da novela pensam que podem ter uma vida como ela e vão copiá-las».


Para o especialista, parte do problema está no facto das marcas utilizarem as personagens da ficção para construir uma história à volta dos seus produtos e serviços. Também o marketing agressivo e na sociedade de consumo são responsáveis para comportamentos que levam ao endividamento das famílias.



Na sessão, promovida pela rede social da Câmara Municipal de Coimbra e pelo núcleo distrital da Rede Europeia Anti-Pobreza, Bernardes deixou alguns truques para evitar que as famílias comprem bens supérfluos, uma vez que se estima que as pessoas comprem mais 85 por cento do que aquilo de que necessitam. Ir às compras sem filhos, com tempo, com uma lista feita em casa e optar por produtos de marca branca são só algumas das dicas apontadas pelo economista.

[Fonte]

Economia Familiar


Costumo dizer que família para funcionar deve ser pensada como um time de futebol da primeira divisão do campeonato. Para entender melhor, faço a comparação a partir de uma premissa fundamental: a família tem um objetivo comum que é a felicidade e bem estar de todos os seus integrantes. Ok, há casos nos quais as disputas prevalecem, mas o resumo, o mais profundo das famílias está voltado a trazer satisfação para todos os envolvidos.



Sou perguntada sobre como fazer a família tornar-se mais econômica, mais contida nos gastos. A fórmula é simples: envolva todos os membros da família no desafio de economizar, e nisso vale qualquer pessoa com idade suficiente para entender o peso do dinheiro em nosso cotidiano. Há crianças de três anos que entendem muito bem o conceito de "caro" e "barato", sem falar nas que preferem algumas marcas a outras, mesmo sem saber pronunciar o próprio nome corretamente.

Quando a família está envolvida no conceito de economia todos os membros dela tornam-se jogadores comprometidos. Querem fazer o gol de cada dia reduzindo despesas e mesmo criando alternativas inteligentes para fazer mais dinheiro. Vale desde fazer a sobrancelha das vizinhas a R$ 5 (o investimento necessário custa a metade disso), aulas de culinária (afinal, poucas pessoas fazem um brigadeiro de colher tão bom quanto o que é feito na sua casa...), pequenos reparos de costura, vender cosméticos.... a lista é grande, assim como são inúmeras as possibilidades de sucesso.

Da mesma forma que todos se uniram para economizar, todos devem se unir no momento de festejar a economia conseguida. Seja para comprar um eletrodoméstico desejado ou para assinar a compra da casa própria, leve toda a família para comemorar. Depois, divida uma pizza ou algumas esfihas que custem menos de R$1 para que as vitórias sejam lembradas por todos como um reforço nas emoções que só uma família feliz pode proporcionar.

E se sua família ainda não é tudo isso, faça a primeira atitude neste sentido convidando todos a participar ativamente da vida financeira da casa. Deixe o orgulho de lado, troque por motivação e boa vontade para colher resultados rapidamente. E principalmente, não tenha medo de fazer gols!

Suyen Miranda é publicitária e consultora de finanças pessoais, atuando no Brasil, Mercosul, Portugal e Angola. Já foi consumidora compulsiva voraz e tornou-se poupadora e empreendedora, e acredita que toda mulher pode e deve ser autônoma e independente financeiramente. suyen@suyenmiranda.com.br

[Fonte]

Sapatos, blusas, chapinhas, calças, bolsas - Renove seu guarda-roupa de graça

Renovo o guarda-roupa sem gastar nada
Troco peças com gente do Brasil inteiro


Dona da história: Larissa Rafaela Bueno, 22 anos, consultora de RH, Sorocaba, SP
Reportagem: Lígia Menezes

Sapatos, blusas, chapinhas, calças, bolsas... Já troquei todo tipo de artigo, até com gente de outros estados. Sempre que vejo uma roupa que não uso mais, mas que ainda está boa, anuncio no meu blog. Com isso, além de manter um guarda-roupa variado, faço as coisas usadas circularem, contribuindo para o bem do planeta!


Vi um mundo novo

Em março deste ano, fuçando na internet, li o blog de uma menina que trocava online algumas peças. Notei que havia muitos blogs assim. Curti um short jeans que uma garota havia anunciado e não perdi tempo: montei meu próprio blog, anunciei um par de sapatos e deixei um comentário no blog da dona do shortinho. Por coincidência, usávamos o mesmo número! Trocamos. Dois dias depois, chegou a encomenda em casa. Aí, viciei em trocas pela internet!

Preço camarada

Sempre que anuncio uma peça, descrevo exatamente como ela é. Tamanho, modelo, cor... Não vale enganar o leitor! Além disso, todas elas acompanham foto e o valor — bem mais baixo do que o preço de compra. Assim, facilito a minha vida e a dos interessados, pois só troco uma peça por outra de valor semelhante.

Quando o negócio é fechado, envio a peça pelo correio. Em uns dois dias, ela chega. É o máximo! O mais interessante é que, às vezes, algo que está na moda no Rio de Janeiro ainda não chegou na minha cidade. Vira uma peça exclusiva minha! Caso você queira trocar comigo, aí vai meu endereço: www.mariafau.blogspot.com.

Sem roubadas

É difícil ficar na mão em trocas pela internet. É que há blogs que avaliam os outros, como o Controle de Qualidade e o Vitrine Virtual. Lá, dá pra conferir reclamações relacionadas a trocas e um monte de dicas sobre roupas.
Organize um escambo

Chame as amigas, parentes ou vizinhas. É fácil:

1. Separe roupas boas que você esquece no fundo do armário.

2. Lave todas elas.

3. Espalhe em uma mesa ou em cima da cama e chame a galera. Peça para que levem o mesmo número de roupas que você quer trocar.

4. Não se esqueça do refrigerante e dos salgadinhos.

Ou... troque online!

Há sites que organizam trocas e vendas de produtos, tanto novos como usados. Confira:

www.permutalivre.com.br
www.tomaladaca.com.br
www.xcambo.com.br

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br

Crise não existe no mercado de beleza

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Mulheres podem cortar tudo no orçamento, menos os tratamentos estéticos e visitas ao cabeleireiro


Entre fazer a unha toda a semana e se submeter a 10 sessões de ultrassom para redefinição da silhueta se esconde um universo sem fim. A voracidade com que cresce o mercado estético e cosmético, em plena expectativa de crise, já não surpreende mais. Ao saber que a economia sofreria uma retração em 2009, a médica Dora Ullmann, dona de uma clínica estética, não se assustou. Investiu, inclusive. Comprou um aparelho de laser de R$ 300 mil e outros dois, para emagrecimento, ao preço de R$ 160 mil cada um.



Hugo Moser, da rede de salões Hugo Beauty, inaugurou, em novembro do ano passado, mais uma casa, no BarraShopping Sul. E já colhe resultados. A indústria cosmética, muito menos, se intimidou. No início do ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), a projeção era de 5% de crescimento para o setor. Ao final do primeiro semestre do ano, o crescimento de vendas foi de 18%.

– O setor teve a visão de continuar a investir mesmo diante da crise. Os lançamentos seguiram o mesmo ritmo dos anos anteriores, assim como a pesquisa e o desenvolvimento de novos produtos. Além disso, o setor vem investindo fortemente em marketing e publicidade. Esse tipo de empenho faz com que nossa indústria não só mantivesse, mas também evoluísse na sua relação de proximidade com o consumidor –explica João Carlos Basilio, presidente da Abihpec.

A boa notícia não é nova para quem circula em salões de beleza, clínicas ou academias. Quando até nos corredores de supermercados o movimento diminuiu, a disputa por horário para fazer mechas nos cabelos ou usar a esteira, se não está a mesma, aumentou. Uma das principais explicações para o fenômeno é a necessidade do resgate da auto-estima. Os cuidados com a aparência ajudam a suprir outras necessidades em tempo de restrições financeiras.

Parece contraditório investir no supérfluo em época de dificuldades, mas há duas explicações claras. Primeiro é o conceito de supérfluo. Investimento em beleza e bem-estar tem, acima de tudo, um caráter de longo prazo que se torna decisivo na hora de abrir mão ou fazer concessões. Jantar fora, comprar um vestido novo ou trocar o aparelho de som são prazeres imediatos. Ao contrário de deixar de usar um creme antirrugas ou adiar o tratamento para queda de cabelo, que vai cobrar a conta daqui a algum tempo. Segundo Gabryelle Sperotto, gerente-geral da Body One Club, o número de alunos cresceu 9% em relação a 2008, sendo que as mensalidades mantiveram-se nos mesmo valores.

O modo natural como as pessoas encaram a necessidade de fazerem-se bonitas também tem seu peso. Se cuidar da aparência virou consenso, quem não dá atenção ao visual acaba destoando, acentuando ainda mais a necessidade de correr contra o tempo.

– Mesmo que economicamente positivo, este processo pede cautela no entusiasmo. Algumas pessoas tentam sanar suas frustrações aplicando toxina botulínica na testa, e nem sempre resolve. Como qualquer objeto de consumo, dar atenção para a beleza exige limites, principalmente quando se trata de mercado infantil – alerta Dora Ullmann, que atende 50 pacientes por dia.

A outra explicação vem do movimento do mercado. O que os economistas chamam de Lipstick Effect (Efeito Batom) já virou praxe no universo financeiro. O conceito, válido tanto para aquisição de produtos como para desfrute de serviços, é baseado, sobretudo, nas formas de pagamento. Comprar cosméticos ou pagar o salão de cabeleireiro não estão submetidos a limitações de crédito. Além dos pagamentos à vista, o custo destes prazeres é mais acessível.

– Há um fator econômico-financeiro importante: a renda do trabalhador não foi comprometida, o que de forma geral, lhe preservou o poder de compra e este é um setor que não depende de crédito e sim de renda – afirma Basilio.

Hugo Moser, que já atravessou todos os planos financeiros, altas e baixas da economia brasileira, jamais reduziu ou freou o crescimento de seus salões.

– Acredito que este setor não só se sustenta, como também se beneficia das crises. Estar com as unhas bem-feitas e o cabelo bem cortado ajuda qualquer pessoa a enfrentar problemas com mais confiança – conclui.

Nem retração, nem celulite

Quem vê a advogada Tatiana Bender Carpena Menezes de Oliveira, 32 anos, pensa que ela é daquelas mulheres magras desde que nasceu. E é. Tem 1m79cm e pesa 59 kg e diz que aos dois anos já media 1m. Ainda assim, não dispensa uma rotina intensa de cuidados com o corpo. Faz aulas de Body Pump (aulas monitoradas de levantamento de peso), caminhadas e drenagem linfática uma vez por semana. Já se submeteu a 30 dolorosas sessões de carboxiterapia e planeja um tratamento de luz pulsada para eliminar as manchas do rosto. Há 10 anos colocou 190ml de silicone, há quatro retirou varizes, há três fez plástica no nariz e há dois fez lipoaspiração na região dos culotes. O cabelo de Tatiana é liso, mas faz escova de chocolate para garantir a ordem dos fios e tem clareamento de dentes agendado para a semana que vem.

A advogada, que trabalha o dia inteiro, organiza seus procedimentos estéticos entre o horário de almoço e o fim do dia. Também convenceu o marido a entrar na dança, e agora ela pratica pilates e faz natação. No círculo de amigas, estética é assunto recorrente. Indicam tratamentos e avaliam os resultados entre elas. Ela, inclusive, já ganhou o apelido de Tati Extreme Makeover, em referência ao programa de televisão que promove reformas estéticas e altera a silhueta de seus telespectadores.

– Sei que invisto bastante nisso mas, para mim, os cuidados pessoais são melhores do que qualquer terapia. Se o meu corpo está bem a minha cabeça também fica. Sem neuras – conclui.

Entre seus impulsos consumistas não se enquadram compras desmedidas de roupas. Tatiana se diz tranqüila frente a uma vitrina com novidades da estação, e que só compra quando gosta mesmo da peça e quando vale o investimento. E como está de casa nova há um mês, ficou muito tempo dedicando atenções e finanças a montagem do apartamento.

– Minha preocupação mesmo é ficar com o bumbum durinho (risos). Quando eu comecei a drenagem, a massagista disse que eu não tinha celulite, mas uma retração na pele. Para mim, aquilo era celulite, sim. Agora eu não tenho nada, nem retração, nem celulite – se diverte.


Mil clientes diariamente

O casal Hugo Moser e Gabriela Niederauer são responsáveis por uma marca que abriga cinco casas e 500 funcionários (150 empregados e 350 autônomos). O barulho de secadores que se ouve pelos salões da rede Hugo Beauty é uma das provas mais consistentes de que crise e beleza são substantivos incompatíveis.

A iniciativa, que tem 33 anos, tem crescimento financeiro entre 5 a 8 % a cada ano que passa, já tendo chegado a picos de 15%. Tudo por conta de cuidados para mão e pé, cortes, escovas, chapinhas, depilações, hidratações, limpezas de pele, alisamentos, mechas. Em média, são mil clientes que passam pelos salões diariamente, pagando entre R$ 15 para a manicure e R$ 2 mil, que é o preço mais alto para um tipo importado de alisamento.

O staff de funcionários não reclama da vida. Alguns cabeleireiros já compraram dois ou três apartamentos desde que começaram a trabalhar por lá. Outros tem suas contas administradas pela própria Gabriela, que deixa em dia os carnês de muitos de seus prestadores de serviços. Além disso, há o Centro de Educação Corporativa, que atualiza, forma e valoriza os profissionais não apenas tecnicamente, mas com palestras de abordagem psicológica e comportamental.

Hugo Moser, dono da marca e da cadeira mais disputada para cortar cabelos, tem clientela fiel:

– Minhas clientes cortam comigo há mais de 20 anos. Das 50 que eu atendo por dia, uma ou duas são novas. Mas a dinâmica de trabalho mudou. Antes era preciso seis meses de antecedência para marcar um corte. Agora, um mês antes é possível reservar uma hora.

– O que acontece aqui não é fenômeno nenhum. É uma questão de gestão. Alguns salões abrem e fecham todos os dias, mesmo sem crise. Oferecemos serviços de baixo custo, com alta qualidade e credibilidade – complementa Gabriela, que avalia todos os procedimentos que entram na carta de serviços, e descarta muitos deles.

Lista de espera tem 600 nomes

O vaivém frenético das clínicas de estética tem uma boa explicação, segundo a endocrinologista Dora Ullmann, diretora da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Ela, que está no mercado há 31 anos, diz que a responsabilidade pela corrida aos consultórios é da própria eficiência dos tratamentos.

– A indústria de beleza justifica, por si, seu sucesso ininterrupto. Hoje em dia, por conta da alta tecnologia, existe a certeza de que o procedimento vai dar certo, com resultados comprovados. Isto estimula o investimento e expande ainda mais o segmento – justifica.

A busca pela beleza é um direito adquirido das pessoas, como qualquer outro hábito de higiene, como freqüentar o dentista. A evolução da tecnologia materializou a possibilidade de viver sem (ou amenizar) rugas ou eliminar gordurinhas extras. Laser, botox e peeling são palavras de fácil identificação pela grande maioria das pessoas, e isto independe da classe social. Dora conta que o Centro de Estudos da SBME mantém um programa de alunos de pós-graduação que atendem pacientes voluntários. São 10 consultas por dia, e a lista de espera tem 600 nomes.

Ainda com toda a popularização, o cuidado estético é luxo para poucos. Os tratamentos de rosto e corpo variam, em geral, entre R$ 500 e R$ 3 mil o procedimento completo. E não passam pela crise.

– A minha clínica não conhece crise. Se precisam priorizar, as pacientes primeiro investem no corpo e no visual para depois comprar roupas. Por isso o nosso movimento não diminui – conta Dora, explicando que a procura se divide pelo corpo no verão e o rosto no inverno, mas sempre na mesma intensidade. – A partir do feriado de 7 de setembro, as salas de tratamentos corporais não páram mais, e começa uma longa fila de espera.

As pacientes da clinica são prioritariamente mulheres, que trabalham e investem seus rendimentos no próprio corpo. Elas encaram os tratamentos como objetos de consumo, disputando atenção com tvs de plasma e aparelhos de MP3. Para Dora Ullmann, o perfil mais complicado de paciente é aquela que senta no consultório e diz que foi trocada por outra mulher.

– Elas querem fazer todos os tratamentos ao mesmo tempo, e a pressa, além de comprometer o resultado, não vai trazer o marido de volta.

Fonte: Clicrbs DONNA ZH - Paola Deodoro | paola.deodoro@zerohora.com.br