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Yin Yang dos dentes


O ser humano possui no total 32 dentes, sendo 16 dentes superiores e 16 dentes inferiores.
Os dentes usados para cortar são 4 - os incisivos.
Os dentes usados para dilacerar são 2- os caninos.
Os dentes usados para moer são 10- os pré-molares e molares.
Isto significa que cada quadrante da boca há dois dentes incisivos, um canino e cinco molares, ou seja, a proporção 2:1:5.
Seguindo essa proporção percebe-se que a alimentação humana deveria ser constituída por duas partes de vegetais, uma parte de alimento animal (peixe e algas) e cinco parte de cerais integrais e leguminosos.

A medicina oriental considera o dente o último osso, originado da medula e controlado pelos rins.



Os dentes são a parte mais Yang da cabeça.


Quando se cerra as mandíbulas, os dentes devem encaixar-se de uma maneira ordenada e certa, pois, quando a pessoa se alimenta equilibradamente, desde a tenra infância, eles mantem a forma e tamanho naturais.

O pior ingrediente para os dentes é o vinagre, responsável, juntamente com o açúcar pela decadência dentária.
Os dentes representam o vigor dos ossos. O normal é os dentes crescerem sem espaços entre eles.

Características e sinais sintomáticos

Dentes salientes são Yin. Pode ser devida à ingestão demasiada de frutas.
Dentes voltados para dentro são Yang. Pode ser devida à ingestão de muito sal, peixes e carne.
Dentes fracos podem ser devidos à rins com problemas pois estes os controlam.
Dentes fortes nos homens refletem o seu vigor sexual.
Dentes moles e fracos indicam fisico debilitado por doenças.

Separação excessiva entre os dentes, especialmente entre os dois incisivos centrais é um sinal Yin.

Dizem os antigos orientais que isso pode indicar uma divisão na familia em futuro próximo.



[Fonte]

Dentes Sensíveis

Sentir dor ao comer determinados alimentos pode indicar hipersensibilidade dentinária; o problema é comum, mas leva pouca gente ao dentista.
Um café feito na hora, um suco de laranja refrescante, uma sobremesa açucarada. Alimentos como esses, que para a maioria das pessoas remetem a experiências prazerosas, podem ser sinônimo de dor para quem tem dentes sensíveis. O problema, conhecido pelos especialistas como hipersensibilidade dentinária cervical, afeta cerca de 15 milhões de brasileiros, de acordo com estimativas mundiais. Apesar de ser mais comum em adultos jovens, com idade entre 20 e 40 anos, pode aparecer também em outras fases da vida.

O sintoma -dor aguda que surge devido a certos estímulos, como alimentos frios, quentes, ácidos e doces e escovação- costuma ser confundido com uma cárie. Nem todo mundo, no entanto, procura tratamento. "Muitos pacientes acabam se acostumando com a dor. Apenas 49% procuram um profissional", diz o dentista Narciso Garone Netto, professor titular da Faculdade de Odontologia da USP (Universidade de São Paulo).

As causas são variadas, mas têm um fator em comum: a exposição da dentina, camada do dente que normalmente fica protegida pelo esmalte. Dentro dessa estrutura, há milhares de canais cheios de líquido, chamados túbulos dentinários. Estímulos que mudem a pressão ao longo do dente -alta ou baixa temperatura, por exemplo- provocam uma rápida movimentação desse líquido, que estimula as terminações nervosas, provocando a dor.

A erosão do esmalte que protege a dentina é uma causa comum de hipersensibilidade dentinária. Escovação muito forte e consumo excessivo de refrigerantes, frutas cítricas e bebidas isotônicas são o principais vilões. "Acreditamos que o problema esteja aumentando. Os adolescentes bebem litros de refrigerante. Isso é perigoso para o dente", disse à Folha o dentista Martin Addy, da Universidade de Bristol (Inglaterra), que pesquisa o tema há quase 40 anos.

Para Addy, prevenir é o mais importante. "Muita gente acha que terá uma vida saudável ao tomar suco de laranja. De fato, as frutas cítricas são boas para o organismo, mas, se consumidas em excesso, fazem mal para o dente", alerta.

Ele também acredita que os dentistas precisam lidar melhor com a questão. "Muitos não estão preparados e só percebem a erosão depois que ela está muito avançada. Hoje, estuda-se mais o tema do que antes, mas ainda é algo recente."

Segundo a dentista Maria Ângela Pita Sobral, professora da Faculdade de Odontologia da USP, o esmalte também pode ser desgastado por microfraturas. O bruxismo (hábito de apertar e ranger os dentes), por exemplo, pode ser um desencadeador.

Outra causa freqüente de hipersensibilidade é a retração gengival (quando a gengiva se desloca, deixando a dentina exposta). Segundo o dentista Eduardo Tinoco, professor adjunto da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e da Unigranrio (Universidade do Grande Rio), doenças periodontais e escovação inadequada -com escova de cerdas muito duras ou usando muita força- são dois fatores que fazem com que a gengiva se retraia. Com a idade, também é comum haver uma retração fisiológica leve ou moderada.

A gerente de cursos Cláudia Corrêa de Virgiliis, 35, sofre do problema há cerca de seis anos. "Comecei com uma dor nos dentes na hora de escovar. Achei que era cárie, mas o dentista me disse que eu tinha a gengiva retraída", conta ela, que já fez tratamento à base de flúor e usa uma pasta de dente especial. O incômodo melhorou, mas retorna de tempos em tempos. "Quando aparece, já sei que vou ter dor se comer coisas ácidas, frias ou doces. Ao escovar os dentes, também é muito ruim."

É comum que as pessoas se queixem de dentes sensíveis após passarem por tratamentos clareadores. "Os clareadores contêm ácido e, se forem usados em concentrações altas por um longo período, podem causar uma sensibilidade passageira. É preciso saber prescrever corretamente o clareamento", diz o dentista Luiz Narciso Baratieri, professor titular da Universidade Federal de Santa Catarina.

Eduardo Tinoco diz que a aplicação de substâncias dessensibilizantes antes do clareamento pode diminuir esse efeito colateral, um dos mais freqüentes dessa técnica, segundo ele.

QUANDO TRATAR

A necessidade de passar por um tratamento e a técnica adotada dependem do grau de desconforto do paciente. De acordo com Garone Netto, a dor pode ser classificada como severa em 5% dos casos, discretamente severa em 17%, média em 43% e suave em 35%. "Quando os fatores causais ocorrem isoladamente e com pouca intensidade, provocam uma dor suave que pode desaparecer espontaneamente, mas costuma ser cíclica. Mas o que observo na clínica é a ocorrência de vários fatores que podem provocar muita dor", diz o dentista.

Apesar de algumas pessoas aceitarem melhor a dor, Luiz Narciso Baratieri alerta para o fato de que, se ela existe, é um sinal de que algo está errado e precisa ser visto com atenção.

Martin Addy lembra que há pessoas mais propensas à hipersensibilidade. "Não sabemos por que, mas alguns indivíduos são até dez vezes mais susceptíveis à erosão do que outros", diz.

Em alguns casos, o uso de pastas de dentes específicas para hipersensibilidade suave pode ser suficiente para melhorar os sintomas. A auxiliar administrativa Erika Boteon, 40, usa esse tipo de dentifrício há anos. "Diminuiu bastante a dor. Quando paro, ela volta. Chega a doer só de falar, com o ar que entra pela boca", conta.

Outra opção para melhorar a dor é a aplicação de soluções dessensibilizantes. O laser também é um recurso utilizado. Baratieri observa que não há um tratamento definitivo. "Não existe uma solução fácil. Ninguém pode assegurar que determinada estratégia vai eliminar a hipersensibilidade. Muitas vezes, resolve por um tempo, mas depois ela volta."

Para evitar que haja maior desgaste nas áreas onde ocorreu a perda de esmalte, Maria Ângela Sobral recomenda recorrer à restauração. De acordo com a dentista, o tratamento não pode se restringir a atacar os sintomas. "Todos os tratamentos apenas sintomáticos são temporários. É necessário remover o fator causador", defende. Algumas indicações são evitar alimentos ácidos, tratar o bruxismo e fazer uma escovação sem muita força e com a menor quantidade possível de pasta.

Folha de São Paulo

[Fonte]

Dicas para reduzir a sensibilidade dos dentes


A principal causa da sensibilidade está relacionada ao desgaste do esmalte dos dentes, já que ao perder essa proteção, o calor, o frio e a acidez dos alimentos entram em contato com as células nervosas dos dentes e provocam dor. O cirurgião-dentista Marcelo Rezende, da Smiling Dental Care (AM), aponta dicas para quem tem dentes sensíveis:


1) Utilize sempre escovas de dente com cerdas macias e pontas arredondadas;
2) A escovação deve ser feita com suaves movimento circulares. Nunca escove na horizontal e com muita pressão;
3) Fuja a todo custo das soluções caseiras à base de bicarbonato de sódio;
4) Evite tratamentos clareadores que não tenham sido prescritos por seu dentista;
5) Consulte um profissional sobre os benefícios da aplicação de flúor em gel, principalmente nas fases de dor aguda;
6) Evite sucos de frutas ácidas, como laranja, limão e abacaxi, a acidez pode agravar o problema da sensibilidade;
7) Fuja de cremes dentais clareadores e prefira os desenvolvidos especificamente para controlar a sensibilidade;
8) Passe a temperar a salada apenas com azeite e sal, deixando o vinagre de lado devido ao seu alto teor de acidez;
9) Nunca deixe de escovar muito bem os dentes, pelo menos duas vezes ao dia, e visite seu dentista regularmente.


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Dicas sobre clareamento dental

Muitas pessoas se dão conta de que os dentes estão escurecendo com o passar do tempo. Já se sabe que a ingestão de alguns medicamentos e o alto consumo de café, vinho ou mesmo o cigarro também contribuem para a perda da cor e do brilho dos dentes.

O clareamento dental, realizado pela técnica a laser ou com gel, é um dos recursos mais procurados para valorizar a estética facial. De acordo com o doutor Marcelo Rezende, diretor da Smiling Dental Care, há que se levar em conta alguns cuidados:


1. O clareamento dental é contraindicado para gestantes, mulheres que estão amamentando, ou mesmo para quem sofre de retração severa de gengiva – quando a raiz chega a ficar exposta;

2. Próteses de porcelana ou mesmo resinas empregadas na restauração dos dentes não sofrem ação de clareamento. Dependendo do caso, consulte um especialista para encontrar a melhor opção de tratamento estético;

3. Apesar de haver métodos caseiros de clareamento, como o uso de bicarbonato de sódio, vinagre e pasta de morango, entre outros, eles são altamente contraindicados por serem abrasivos e químicos. Além disso, os resultados temporários se devem à remoção da camada superficial do esmalte;

4. Cremes dentais com promessas de clarear os dentes contém pequenas concentrações do ativo clareador. Seu efeito é mais abrasivo, removendo manchas superficiais e contribuindo com a manutenção do tratamento odontológico;

5. Uma vez realizado o clareamento, evite alimentos que podem contribuir para que os dentes voltem a escurecer: café, chá preto, chocolate, vinho tinto, refrigerantes à base de cola, ketchup, molho de tomate etc.;

6. Quem respira pela boca não deve prosseguir com o clareamento dos dentes sem tratar também o problema de base. Pessoas com dificuldades respiratórias geralmente têm a boca mais seca e os dentes mais manchados;

7. Necrose nos dentes, causada por quedas ou traumas, também costuma escurecer o sorriso ­ já que os dentes resistem mais ao clareamento, podendo comprometer o resultado final;

8. A perfeita higiene diária dos dentes desempenha papel fundamental na manutenção do sorriso. Portanto, é sempre bom lembrar de escovar os dentes logo após as principais refeições e antes de dormir. O uso de fio ou fita dental também é altamente recomendável para eliminar sujeiras de difícil alcance pela escovação;

9. Os efeitos do clareamento dental podem ser mais ou menos duradouros em função dos hábitos pessoais. Em média, os resultados podem ser observados por até cinco anos;

10. Valorizar a saúde bucal e visitar o dentista regularmente também contribui para preservar os dentes branquinhos por mais tempo.

* Dr. Marcelo Rezende é cirurgião-dentista, diretor da Smiling Dental Care (Manaus, AM), e membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética.

Fonte: www.segs.com.br - Heloísa Paiva

Dicas para dentes sensíveis

Tem gente capaz de mover um automóvel apenas puxando uma corda com os dentes. Outras, em compensação, sentem dor ao tomar um simples café passado na hora ou provar um sorvete. São pessoas que têm dentes sensíveis e acabam convivendo com a dor e suas limitações por não saber que o problema é tratável.

“Os pacientes descrevem a dor como se fosse um choque. Alguns são sensíveis ao calor e ao frio. Os mais sensíveis sentem incômodo até mesmo quando escovam os dentes ou usam o fio dental”, diz o cirurgião dentista Marcelo Rezende.


Causas

Segundo ele, dentes quebrados ou trincados podem desencadear esse aumento de sensibilidade. “A principal causa está relacionada ao desgaste do esmalte dos dentes. Ao perder essa proteção, o calor, o frio e a acidez dos alimentos acabam entrando em contato com as células nervosas dos dentes e provocando dor”.

O tratamento geralmente tem início com a indicação de bochechos diários com flúor. Mas o especialista revela que esse tipo de abordagem pode demorar até apresentar resultados favoráveis. “O ideal é que, além de fazer uso de flúor para dessensibilizar os dentes, a pessoa se submeta a outros tratamentos, como aplicações de flúor em gel a cada seis meses para fortalecer o esmalte ou, ainda, nos casos mais severos, o uso de um selante especial para ‘blindar’ a raiz do dente”.

Veja agora nove dicas para quem tem dentes sensíveis

1) Utilize escovas com cerdas macias e pontas arredondadas;

2) A escovação deve seguir sempre um movimento circular e suave. Nunca horizontal e com muita pressão;

3) Evite cremes dentais clareadores e, se possível, prefira os desenvolvidos especificamente para controlar a sensibilidade dos dentes;

4) Fuja das soluções caseiras à base de bicarbonato de sódio;

5) Evite tratamentos clareadores sem indicação médica;

6) Consulte seu dentista sobre os benefícios da aplicação de flúor em gel, principalmente nas fases de dor aguda;

7) Evite sucos de frutas ácidas, como laranja, limão e abacaxi. A acidez pode agravar o problema da sensibilidade;

8) Passe a temperar a salada com azeite e sal, deixando o vinagre de lado por conta do seu alto teor de acidez;

9) Nunca deixe de escovar bem os dentes, pelo menos duas vezes ao dia, e visite seu dentista regularmente.

Fonte: UOL

Dentes - Dicas de limpeza dos aparelhos ortodônticos

Especialista dá dicas de limpeza dos aparelhos ortodônticos.
A má escovação pode prejudicar o tratamento e atrasar resultados.


Quem recorre a um aparelho ortodôntico quer dentes bonitos e alinhados, uma mastigação perfeita e a fonação em dia. Os acessórios ortodônticos colocados nas superfícies dentárias dificultam a limpeza e funcionam como retentores provocando o acúmulo de alimentos aumentando os níveis de placa bacteriana, principal causador do processo carioso e de problemas gengivais.

Apesar da dificuldade, tanto os aparelhos convencionais colados ou bandados aos dentes, quanto os estéticos, autoligados e linguais (colocados atrás dos dentes), podem ser limpos com uma escova dental macia, de cabeça pequena e sempre com as cerdas retas. “O ortodontista deve fazer um trabalho de educação preventiva desde a primeira consulta, antes mesmo de iniciar o tratamento, pois a má higienização pode comprometer seriamente a saúde bucal”, explica o ortodontista Fabio Leal Braga, do Centro de Estética Oral Paraná.

O dentista alerta que um dos problemas provocados pela falta de uma higienização correta é a inflamação da gengiva, ou seja, a gengivite. O quadro pode avançar para infecções e, em casos mais graves, até a perda do osso do dente. “É difícil que o problema atinja essa fase porque, geralmente, o dentista toma providências quando o paciente faz a manutenção do aparelho", explica o ortodontista

Outro sério problema gerado pela deficiência na escovação é a formação de manchas brancas (opacidades) ao redor do aparelho. São áreas de desmineralização de esmalte geradas por processos cariosos instalados ao redor das bandas e acessórios ortodônticos por acúmulo de placa. Além dos depósitos de placa, o aparelho parece ser capaz de alterar a microbiota bucal propiciando um aumento do número de bactérias, redução do pH salivar e da placa bacteriana gerando maior incidência de cárie.

Para que o tratamento alcance os resultados esperados é preciso caprichar na higienização bucal. A escovação dos dentes com aparelhos deve ser feita em partes, a cada dois dentes, com movimentos circulares nas partes externa e interna de todos os dentes, ora na região do dente próxima à gengiva, ora sobre os braquetes. Na região onde os dentes entram em contato com os alimentos, o movimento é de vai-vem.

Além da escova comum, o paciente pode optar por outros tipos que auxiliam na limpeza. “A escova unitufo, a interdental e o passa-fio (tipo agulha de costura que adaptada ao fio dental facilita a sua passagem) permitem limpar os dentes de forma mais prática e eficiente", esclarece o dentista. Outra inovação que veio contribuir para a melhora na higienização e no tempo despendido para a limpeza é o Water Pik. Este aparelho lança jatos d’água fortes e intermitentes através de pontas individuais que o paciente direciona para todas as superfícies do dente.

O sucesso ou fracasso da utilização do aparelho ortodôntico depende de um bom diagnóstico, retornos periódicos ao dentista e cuidados especiais por parte do usuário. A boa higienização dos dentes é a peça-chave para o sucesso do tratamento.

Entre as dúvidas mais frequentes sobre a manutenção dos dentes com aparelhos ortodônticos estão as seguintes perguntas:

1- O aparelho fixo mancha os dentes?

Não. O que pode acontecer é que a falta de higiene bucal provoca um acúmulo de placa bacteriana, principalmente ao redor dos braquetes. Como a placa concentra restos alimentares e microrganismos vivos, vai haver uma deteriorização da superfície do esmalte, provocando manchas brancas ou marrons e, posteriormente, cáries.

2- Como evitar cáries e manter a gengiva saudável no tratamento?

Quem usa aparelho ortodôntico fixo deve ter atenção redobrada quanto à higiene, com controle constante e orientações dadas pelo ortodontista. Já para os aparelhos removíveis, recomenda-se, além da higiene dos dentes, a do aparelho com a mesma frequência, escovando-o todo diariamente com creme dental, para evitar a retenção de placa. Mensalmente, pode deixar o aparelho imerso num anti-séptico bucal por 15 minutos.

3- A alimentação interfere na higiene bucal durante o tratamento?

Sim. A ingestão de alguns alimentos também devem ser restritos durante o tratamento ortodôntico. Recomenda-se evitar refrigerantes, champanhes e vinhos, pois eles oxidam as peças do aparelho e também, dos alimentos duros, como pipoca, gelo, amendoim e alimentos com pedaços de ossos, além dos grudentos (chicletes, balas e caramelos), e se estende até mesmo a certos tipos de frutas, como maçã e pêra (estes alimentos devem ser cortados em pedaços, pois o impacto da mordida pode danificar o aparelho fixo).

Fonte: www.bemparana.com.br